Woody Allen classifica documentário sobre ele como 'trabalho de demolição'

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Woody Allen e Soon-Yi Previn em Nova York em julho de 2016

Woody Allen reagiu ao lançamento de um documentário contundente, que ele descreveu como um "trabalho de demolição crivado de falsidades", antes de negar novamente uma agressão sexual contra sua filha adotiva.

Exibido na HBO e na HBO Max desde o domingo, o documentário em quatro partes "Allen v. Farrow" implica o diretor com uma série de depoimentos, alguns inéditos.

Dylan Farrow, filha adotiva da atriz Mia Farrow e Woody Allen, reafirma que o cineasta a assediou sexualmente em agosto de 1992, quando ela tinha 7 anos, o que Allen sempre negou.

"Esses documentaristas não estavam interessados na verdade", escreveram Allen e sua esposa, Soon-Yi Previn, em um comunicado divulgado por vários meios de comunicação dos Estados Unidos.

"Em vez disso... Eles se envolveram em um trabalho de demolição, crivado de mentiras", acrescentaram.

“É de conhecimento geral há décadas que essas acusações são completamente falsas”, continuou o casal, lembrando que nenhuma das duas investigações a essas acusações levou a um processo.

"Embora este ataque medíocre chame a atenção, ele não muda os fatos", concluiu o casal que afirma ter sido contatado menos de dois meses antes da transmissão, "para responder."

"Naturalmente, recusamos", disseram eles.

Soon-Yi, de 50 anos, conheceu Allen aos 16, quando o cineasta era então companheiro de sua mãe adotiva Mia Farrow. Allen é 35 anos mais velho.

Desde o final de 2017 e após a publicação de uma coluna de Dylan Farrow, muitos atores e atrizes se distanciaram do aclamado diretor.

Em 2019, a plataforma Amazon rompeu o contrato de produção e distribuição com Allen, que incluía quatro filmes.

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