William Bonner revela perseguição de militantes: "Sou verbalmente agredido, insultado"

Foto: Reprodução/Globo

Editor-chefe e apresentador do ‘Jornal Nacional’, William Bonner tem sido vítima da polarização política. O jornalista participou do ‘Conversa com Bial’ desta terça-feira (26) e afirmou que é perseguido por militantes desde 2018.

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“A minha quarentena não começou há dois meses, começou no último ano eleitoral. Em 2018, a polarização política chegou ao ponto em que a minha presença em determinados lugares era motivadora de tensões”, revelou ele.

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Segundo Bonner, sair de casa se tornou um perigo por causa das constantes agressões que sofre em diferentes lugares. O jornalista disse que já foi atacado em cinemas, calçadas e restaurantes. O episódio que mais marcou aconteceu na manhã de um sábado em uma padaria no bairro da Lagoa, Rio de Janeiro.

“Fui verbalmente agredido, insultado, desafiado (...) Uma cidadã embriagada, às 10h, se viu no direito não apenas de me insultar em público. Ela fazia isso a um palmo e meio do meu rosto. E não posso reagir a uma coisa dessa. Tudo que posso dizer é ‘não faça isso, não faça isso’. As outras pessoas em volta num constrangimento atroz, que não tem fim”, relatou o profissional da Globo.

Angustiado, e ex-marido de Fátima Bernardes disse que fica constrangido, querendo se livrar da situação a todo custo. “Me sinto culpado por estar sendo insultado na frente de outras pessoas e com isso estar estragando o dia delas”, disse ele.