Wesley Safadão vai à polícia depor sobre vacinação irregular

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Wesley Safadão fez live com mais de 10 horas de duração (reprodução/Instagram @wesleysadafadao)
Wesley Safadão foi à polícia depor (foto: reprodução/Instagram @wesleysadafadao)

Wesley Safadão cumpriu agenda na Delegacia de Combate à Corrupção (Decor) em Fortaleza, no Ceará. O cantor de forró foi depor na investigação que apura irregularidades na sua vacinação contra o covid-19, da mulher, Thyane Dantas e de sua produtora, Sabrina Tavares.

Acompanhado de um advogado, ele depôs por cerca de 1 hora e saiu sem dar maiores declarações aos veículos que estavam no local, segundo informações publicadas pelo “G1” local. O casal se vacinou em 15 de julho.

Thyane Dantas se vacinou dois dias antes de sua data em Fortaleza (reprodução / instagram @thyanedantas)
Thyane Dantas se vacinou dois dias antes de sua data em Fortaleza (reprodução / instagram @thyanedantas)

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A Polícia Civil do Estado do Ceará informou através de nota que duas pessoas foram ouvidas no inquérito, que já se encontra em fase de conclusão dos trabalhos. “Mais detalhes serão repassados em momento oportuno para não comprometer os trabalhos policiais", informou.

A apuração começou após Wesley ter se vacinado em um posto que não era o que ele tinha agendado a imunização e sua mulher Thyane e a produtora Sabrina terem tomado a dose da vacina antes da sua data. À época elas alegaram que estariam tomando a “xepa”, mas foram desmentidas pelo poder público já que se vacinaram pela manhã e os imunizantes restantes são aplicados ao fim do dia.

Após o fim da apuração policial a investigação é remetida ao Ministério Público para oferecer, ou não, denúncia aos investigados e abrir, ou não, uma apuração judicial. Mas o órgão já investiga o trio e servidores públicos sobre a falha. Ao todo 11 pessoas já foram ouvidas.

A prefeitura de Fortaleza, através da Secretaria Municipal da Saúde, abriu uma sindicância interna para apurar se funcionários públicos tiveram alguma ação sobre a suposta fraude e foi concluído que uma servidora e três terceirizados estariam envolvidos no esquema. A pasta apura um possível crime de corrupção passiva desde o último dia 6.

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