The Weeknd homenageia rádio FM em novo álbum com a cumplicidade de Jim Carrey

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(Arquivo) O ator Jim Carrey durante os prêmios MTV, em 24 de agosto de 2014 (AFP/Robyn BECK)
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O artista canadense The Weeknd acaba de lançar uma música com a espanhola Rosalía e já embarcou em um novo projeto: uma homenagem à velha rádio FM dos anos 1980, com um convidado inesperado, o comediante Jim Carrey.

"La Fama" foi lançada há dois meses. The Weeknd canta em espanhol junto a Rosalía as tristezas e o luxo do glamour e do sucesso, que podem engolir qualquer artista.

Agora, vai homenagear as estrelas que encarnaram essa fama, tão perigosa, em nível mundial. Artistas como Michael Jackson e Prince, que seguem inspirando as novas gerações.

"Dawn FM" (Alba FM), o novo álbum de The Weeknd, estreou na primeira semana de janeiro. Mais um gesto ousado, depois que o cantor lançou "After hours" em março de 2020, quando o mundo estava confinado e as estrelas musicais guardavam suas asas na manga.

The Weeknd propõe em sua obra "Dawn FM" um universo onírico e surrealista. E não há ninguém melhor para ajudá-lo nessa tarefa do que Jim Carrey, canadense e americano, protagonista de filmes como "O Máscara" ou "O Show de Truman".

Carrey começa o álbum dando voz a um hipotético apresentador de rádio FM (em uma frequência imaginária, 103.5).

Em seguida, começa uma música 'disco'.

É preciso imaginar "um cara trancado em seu carro, no meio do purgatório, ouvindo a rádio FM enquanto espera o fim" do engarrafamento, explica à AFP Jim Zelechowski, diretor artístico de Island/Def Jam.

"É uma metáfora para a época atual, pessoas esperando que a luz volte", acrescenta.

O encontro entre os dois artistas também não poderia ter sido mais surrealista e mais 'angelino'.

Jim Carrey e The Weeknd descobriram nas redes sociais que são vizinhos em Los Angeles. "Fomos olhar pela janela com nossos telescópios e nos vimos", explicou o músico na revista GQ.

Em seu papel de DJ, Jim Carrey fala de "Purple Rain" ou "When Doves Cry", músicas de Prince que são autênticos hinos dos anos 1980.

"No álbum você pode ouvir caixas de ritmo que são características de Prince em 'Purple Rain' ou 'Lovesexy'", detalha o diretor artístico de Island. E também há alusões a Depeche Mode e Stevie Wonder.

A grande influência, porém, vem do Michael Jackson da época "Thriller", com "as músicas mais enérgicas no início e as mais suaves depois", explica Jim Zelechowski.

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