Washington Post ganha Pulitzer por cobertura de invasão ao Capitólio; Reuters leva prêmio de fotografia

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Crematório de vítimas da Covid-19 em Nova Délhi, uma das fotos da série que ganhou Pulitzer
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Por Daniel Trotta

(Reuters) - O Washington Post ganhou o Prêmio Pulitzer de serviço público, nesta segunda-feira, por sua cobertura da invasão ao Capitólio dos Estados Unidos por apoiadores do ex-presidente Donald Trump, e a Reuters foi a vencedora em uma das categorias de fotografia por sua cobertura do pandemia de coronavírus na Índia.

Os jornalistas da Ucrânia também receberam uma citação especial pela cobertura da invasão russa, anunciou a administradora do Prêmio Pulitzer, Marjorie Miller.

O Pulitzer é prêmio de maior prestígio no jornalismo dos Estados Unidos, com atenção especial dada ao prêmio de serviço público.

Este ano, o prêmio foi para o Washington Post por "seu relato convincente e apresentado de forma vívida do ataque a Washington em 6 de janeiro de 2021, fornecendo ao público uma compreensão completa e inabalável de um dos dias mais sombrios do país", disse Miller.

Os eventos daquele dia, quando os apoiadores de Trump interromperam a contagem pelo Congresso dos votos eleitorais que destituíram Trump e oficialmente fizeram de Joe Biden presidente, também resultaram em um Pulitzer de fotografia de "breaking news" para uma equipe de fotógrafos da Getty Images.

Na categoria de fotografia de "feature", uma equipe de fotógrafos da Reuters, incluindo o falecido Danish Siddiqui, que foi morto em julho passado enquanto cobria a guerra no Afeganistão, ganhou o Pulitzer pela cobertura da pandemia de coronavírus na Índia.

A Reuters ganhou "por imagens do número de vítimas da Covid na Índia que equilibram intimidade e devastação", disse Miller.

O Miami Herald conquistou o Pulitzer de "breaking news" por sua cobertura do desabamento de um prédio residencial que matou 98 pessoas na cidade norte-americana.

O jornal New York TImes conquistou o Pultizer de reportagem nacional por sua cobertura das paradas policiais letais no trânsito.

Os prêmios anuais, distribuídos desde 1917, foram estabelecidos no testamento do influente publisher de jornais Joseph Pulitzer, que morreu em 1911 e deixou recursos para fundar uma escola de jornalismo na Universidade de Columbia e estabelecer a premiação.

A distribuição começou com quatro prêmios para jornalismo, quatro para letras e teatro, um para educação, e cinco bolsas de estudo itinerantes. Hoje, eles homenageiam 15 categorias em reportagem, escrita e fotografia, além de sete prêmios em literatura, teatro e música.

Um conselho composto principalmente por editores sêniores de publicações da imprensa norte-americana e acadêmicos decide o processo que determina os vencedores.

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