Verdão tem folha salarial muito maior que River; Boca é mais caro que Santos

Jorge Nicola
·2 minuto de leitura
River Plate não contrata jogadores há quatro janelas (Ernesto Ryan/Getty Images)
River Plate não contrata jogadores há quatro janelas (Ernesto Ryan/Getty Images)

Quem é seu favorito ao título da Libertadores da América? Se você respondeu River Plate, saiba que o time argentino é dono da menor folha entre os quatro semifinalistas do torneio. O Blog fez um levantamento sobre os custos mensais com salários e direitos de imagem de atletas e membros da comissão técnica de Palmeiras, Santos, Boca Juniors e o próprio River.

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Mesmo reduzindo em vários milhões de reais sua folha nos últimos meses, o Verdão ainda é o dono do elenco mais custoso: cerca de R$ 14,5 milhões a cada 30 dias. Antes das saídas de Dudu, Ramires, Bruno Henrique, Diogo Barbosa e Vitor Hugo, o custo alviverde superava os R$ 18 milhões mensais.

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Já o River, adversário do Palmeiras, desembolsa aproximadamente R$ 6 milhões por mês com seu grupo. Você pode estar pensado: impossível, afinal o time argentino está sempre chegando às decisões e conta com um elenco extremamente forte.

“Não contratamos qualquer jogador há quatro janelas de transferência e temos 11 dos 27 jogadores inscritos na Libertadores formados dentro do clube”, explica Gustavo Grossi, diretor-esportivo do River Plate. A folha mais baixa também se explica pela saída de atletas caros, como Lucas Pratto, recém-emprestado ao Feyenoord, da Holanda.

Santos x Boca: Se na semifinal das terças-feiras, o Palmeiras gasta bem mais do que o River, nos jogos das quartas-feiras entre Santos e Boca, é o clube argentino aquele com a folha mais alta.

Para bancar Tevez, Zarate, Salvio, Cardona e companhia, o Boca gasta cerca de R$ 10 milhões por mês. É importante contar que alguns desses contratos foram fixados em dólar e a moeda americana, assim como no Brasil, disparou em relação ao peso argentino.

Por sua vez, a folha salarial santista gira na casa dos R$ 8,5 milhões, incluindo Cuca e seus auxiliares. Alguns dos candidatos à presidência do Peixe chegaram a afirmar que o custo mensal superava os R$ 10 milhões, mas Orlando Rollo, que acaba de ser sucedido por Andrés Rueda, assegura que o custo no mínimo R$ 1,5 milhão menor por mês a essa estimativa de opositores.

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