Ucrânia anuncia maior troca de prisioneiros de guerra desde o início da invasão da Rússia

A Ucrânia anunciou a maior troca de prisioneiros de guerra desde o início da invasão russa, garantindo a libertação de 144 de seus soldados, incluindo 95 que defendiam a siderúrgica Azovstal, em Mariupol.

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Segundo uma autoridade ucraniana, ouvida pelo jornal "The Guardian", a maioria dos combatentes libertados teve ferimentos graves, incluindo queimaduras e amputações, e agora estão recebendo cuidados médicos.

Não houve comentários de Moscou sobre a troca de prisioneiros. Mas o ato foi duramente criticado por blogueiros militares russos, apontando a libertação de 43 membros do regimento Azov, um batalhão que desempenhou papel central na justificativa da Rússia para a invasão.

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O regimento Azov foi formado em 2014 como uma milícia para combater as forças pró-Rússia no leste da Ucrânia. Posteriormente foi integrado à guarda nacional ucraniana. Com perfil alinhado aos ideiais da extrema-direita, seus membros foram acusados de nazismo, e essa foi a justificativa do presidente Vladimir Putin para invadir o país.

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