‘Endemoniadinho que o Brasil gosta’, Gabriel Sater, o Trindade de Pantanal, ri de memes

Gabriel Sater dá vida para Trindade em
Gabriel Sater dá vida para Trindade em "Pantanal" (Foto: Globo/João Miguel Júnior)

Resumo da Notícia:

  • "Pantanal" viraliza nas redes sociais e memes de personagens bombam

  • Gabriel Sater dá vida ao peão Trindade que recebe o Caramulhão, uma entidade

  • O ator comentou a repercussão dos conselhos do espírito para os personagens

O ator e cantor Gabriel Sater caiu no gosto do público do Brasil quando aceitou o desafio de dar vida ao peão Trindade em “Pantanal”. Artista há mais de 20 anos ele conversou com o Yahoo sobre os memes e a repercussão do personagem.

Gabriel comemorou o que tem conquistado desde a estreia na segunda fase da novela. “Estou vivendo um sonho. Que trabalho maravilhoso, projeto incrível que remete as minhas origens como pantaneiro. Está emocionando o Brasil, onde quer que eu vá. É um trabalho muito sério e estou vivendo cada momento, sem muitas expectativas”, adianta.

Ligados na repercussão da trama nas redes sociais, ele comemora as montagens das redes sociais que recebe dos amigos. “São hilários. Busco eu mesmo responder as mensagens que me mandam no inbox, por exemplo, e acho importante doar esse tempo de volta ao público”, comenta.

Uma das brincadeiras nas redes sociais é que ele é o ‘endemoniadinho que o Brasil gosta’. “(risos) Que bom! Ele fez o pacto com o Caramulhão, esse conselheiro, para tocar bem viola. Às vezes ele coloca mais lenha em uma fogueira, mas também tem um lado que se preocupa com o outro”, avalia.

Gabriel continua defendendo a entidade que Trindade recebe às vezes: “Ele alerta sobre acontecimentos futuros. Salvou o Joventino e a comitiva da enchente, avisou o Levi que ia acabar em morte.... O diabo tem uma série de boas ações e previsões, tudo é a maneira como olhamos. Ele não quer 100% o mal das pessoas”, diz.

O carinho do público por Trindade vai na contramão da aceitação de pessoas espíritas ou de religiões de matriz africana que recebem entidades. “Acredito que é uma questão de entendimento. Quando não há o mal, há o preconceito. A pessoa tem o dom, é sensitiva, e ela muitas vezes não escolhe aquilo. Mas com isso ela pode fazer uma coisa boa...”, conclui.