Traficante que vendeu drogas a Mac Miller é condenado a 11 anos de prisão

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Anos após a morte do rapper Mac Miller (1992-2018), em decorrência de uma overdose, Ryan Michael Reavis, 39, um dos homens que admitiu ter vendido pílulas de fentanil ao músico, foi condenado a 11 anos de prisão nesta segunda-feira (19).

Em 2019, um ano após a morte do rapper, Reavis havia confessado que era o intermediário nos acordos que forneceram oxicodona falsificada ao cantor. Porém, ele ainda alega que não sabia que as drogas estavam alteradas.

Segundo a Rolling Stone, a sentença ainda é menor do que foi pedido pelos promotores, que requisitaram 12 anos e seis meses. Porém, a pena ainda é maior do que a recomendada pelos oficiais. A causa da morte de Mac Miller foi dada como uma combinação de fentanil, cocaína e álcool.

"Minha vida ficou escura no momento em que Malcolm deixou seu mundo. Malcolm era minha pessoa, mais do que um filho. Ele nunca tomaria conscientemente uma pílula com fentanil, nunca. Ele queria viver e estava animado com o futuro. O buraco no meu coração sempre estará lá", disse a mãe do rapper.

Na época da morte do artista, a cantora Ariana Grande, 28, ex-namorada de Mac Miller, ficou muito abalada com a morte do rapper e anunciou uma pausa na carreira. "Dados os eventos dos últimos anos, Ariana vai tirar um tempo necessário para se cuidar e curar", dizia um comunicado enviado à revista People.

"Ela ficará próxima de sua casa e usará esse período para passar algum tempo ao lado de seus das pessoas que ama e trabalhando em novas músicas sem prazos. Ela agradece seus fãs pela compreensão", completa o texto.

Em uma mensagem em sua conta oficial no Instagram Ariana ainda declarou seus sentimentos sobre o cantor. Ela disse que "adorou" Miller desde o dia em que o conheceu, quando tinha 19 anos. "Você foi meu amigo mais querido. Por tanto tempo", escreveu.

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