Tiago Leifert sobre câncer da filha: "Como se fosse a cura da Lua quando uma criança é diagnosticada"

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Daiana Garbin e Tiago Leifert com a filha, Lua
Daiana Garbin e Tiago Leifert com a filha, Lua

Tiago Leifert usou seu Instagram nesta setxa-feira (4) para comemorar o diagnóstico precoce de mais uma criança com retinoblastoma, um câncer nos olhos. Segundo o apresentador, um dos principais objetivos em divulgar que a filha, Lua, de 1 ano e 4 meses, de sue casamernto com Daiana Garbin, tem a doença, era para alertar a outras famílias.

"Mais uma criança foi diagnosticada com retinoblastoma graças ao vídeo que a gente publicou. Estamos muito felizes que o vídeo foi compartilhado. Quero agradecer a todos vocês que nos apoiaram e levaram as crianças ao oftalmo", declarou Leifert.

Para ele, ajudar a outras famílias é como se curasse a própria filha. "A gente conseguiu então mais uma vitória. É como se você a cura da Lua quando uma criança é diagnosticada graças ao vídeo. Compartilhem o vídeo sempre que der", completou

"Quero levar a Lua para viajar o mundo inteiro"

Recetemente, Leifer falou sobre a saúde da filha, Lua, de seu casamento com Daiana Garbin, em entrevista nesta terça-feira (1) ao "Programa de Todos os Programas", comandado por Flávio Ricco e Dani Bavoso, no Youtube. O apresentador contou que a garotinha, de 1 ano e 4 meses, segue o tratamento contra o retinoblastoma, um câncer raro nos olhos, mas já faz planos para quando ela estiver curada.

"Quero levar a Lua para viajar o mundo inteiro. Ela vai agradecer à Santa Luzia (a padroeira dos olhos) em Veneza, ao Mickey em Orlando. Essa criança tem que viver! Ela nunca foi a um shopping. Ela nasceu na pandemia e só foi em hospital. É capaz dela entrar em um aeroporto e achar que ali é um hospital. Precisamos levar essa criança para passear", disse ele.

Segundo Tiago, há muito o que se comemorar, mas também com o que se preocupar ainda. Apesar disso, ele e a mulher seguem otimistas com o tratamento de Lua.

"É um dia de cada vez. Por ser uma doença extremamente rara, como é o retinoblastoma, é muito difícil ter um estudo que diz o que vai acontecer. Uma criança ter essa doença com 1 ano ou dois é muito diferente, ela muda toda hora. Seu metabolismo está muito acelerado. Mas a gente segue otimista. Está tudo caminhando dentro do esperado, mas é uma guerra e você não ganha todas as batalhas o tempo inteiro. Ainda não tenho como falar que ela está curada. Ainda estamos fazendo quimioterapia, ainda tem exames frequentes, ainda tem idas ao hospital quase toda semana, então estamos na batalha ainda", declarou.