"The Bad Batch" constata o amadurecimento das animações de Star Wars

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"Star Wars: The Bad Batch" estreia da Disney Plus (Foto: Divulgação)
"Star Wars: The Bad Batch" estreia da Disney Plus (Foto: Divulgação)

"Star Wars: The Bad Batch" não tem os holofotes de um filme ou série live-action da franquia, mas é parte essencial do que virá no futuro da história criada por George Lucas. A animação que estreou no Disney Plus esta semana continua a trajetória de alguns personagens apresentados em desenhos como Clones Wars e Rebels, mas assume um ar mais sisudo e discussões ainda mais filosóficas do que seus antecessores.

A evolução dessas questões é até natural se levarmos em conta o que Dave Filoni, a mente por trás das animações de Star Wars, vem fazendo desde Clone Wars. O que começou como uma expansão deste universo, hoje se tornou a base para o que vemos em The Mandalorian e na vindoura The Book of Bobba Fett. 

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No centro dessa receita está a reverência aos filmes, mas uma pitada generosa de originalidade na concepção dos novos personagens - aqui, mais especificamente, o Bad Batch, um grupo de clones que não segue as ordens do Imperador Palpatine.

Para os menos familiarizados, a série não se esforça tanto para criar uma introdução. Em suma, acompanhamos os momentos após a Ordem 66, atitude que torna o Império o governo supremo da galáxia e monta o exército de troopers que patrulha a galáxia. Acontecesse que o Bad Batch, por alguns motivos, não segue essas ordens e começa a investigar os motivos para tal reviravolta. No meio disso tudo, personagens dos filmes e séries aparecem e algumas lacunas da mitologia como um todo são preenchidas.

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Ainda que tenha a diversão característica da saga, as piadas recorrentes e uma trilha impecável, Bad Batch chama atenção mesmo pela maturidade com que trata os dilemas dos clones desertores e como eles farão para viver em um mundo destituído dos conceitos que eles acreditam. 

Nos 70 minutos do primeiro episódio existe ação, comédia e até suspense, mas nada supera o inesperado drama existencial que o grupo carrega, que no fim das contas nada mais é do que a prova da evolução e maturidade do que há de melhor em Star Wars há anos: as animações.

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