Thales Bretas fala sobre 6 meses sem Paulo Gustavo e afirma que não conseguiu processar a falta

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O médico e viúvo de Paulo Gustavo, Thales Bretas, fez um desabafo pelas redes sociais após seis meses da morte do comediante vítima de complicações pela Covid-19.

Em uma imagem em que aparece com rosto mais envelhecido ao lado do amado, falou sobre a falta que o marido faz.

"Eu posso estar velhinho assim que vou estar sempre olhando pra tudo o que você foi e é pra mim! Um casamento que nem eu imaginava que teria, uma parceria para além da vida. Eu imaginava que iríamos dançar velhinhos juntos, comemorar muitas bodas, mas agora vejo você eternizado", começou ele.

Segundo Thales, tem sido difícil superar a perda. "Seis meses se foram desde sua partida, e ainda não consegui processar sua falta, vou digerindo aos poucos. Às vezes sinto necessidade de viver tudo isso na intimidade, mas mesmo que me recolha, estarei sempre te homenageando nas minhas atitudes, no cuidado com nossa família e na devoção que terei eternamente."

O médico finalizou a postagem dizendo que para sempre amará Paulo Gustavo. "O tempo na Terra não para, mas você se eternizou como esse homem tão especial que tanto me amou e que eu amarei sempre, com a alegria que espalhou e todo o legado que deixou por onde passou", escreveu.

No final de outubro, Bretas usou o stories do Instagram para agradecer o carinho e o suporte que recebeu dos amigos e dos fãs no dia do aniversário do marido, que completaria 43 anos.

Usando uma camiseta com a frase do ator "sorrir é um ato de resistência", ele falou que ficaria ausente das redes sociais naquela ocasião. "Não vou conseguir acompanhar tudo aqui na internet. Vou me desligar um pouco para processar tudo na vida real com a minha família", escreveu Bretas.

No vídeo compartilhado, ele destacou que foi instituído o 30 de outubro como o Dia do Humor no Rio de Janeiro e que estava muito feliz com essa homenagem. Ele tem dois filhos com Gustavo.

Naquele mesmo dia, a irmã do artista, Juliana Amaral, agradeceu e afirmou que não deixaria que a obra do irmão se encerrasse. "Podem aguardar, pois haverá, sim, projetos envolvendo o nome de Paulo Gustavo", antecipou.

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