Teresa Cristina faz show politizado com menção às eleições e a Lula na Sapucaí

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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Não teve toalha do Lula como na apresentação de Pabllo Vittar no Lollapalooza, que tanto irritou Jair Bolsonaro (PL) no início do mês. Mas se não foi tão explícita em símbolos e imagens que ajudam a viralizar um protesto nas redes, Teresa Cristina, 54, levantou bandeiras sambando e cantando em seu show no Camarote da Arara, na Sapucaí.

Ao mostrar sua versão para "Desejo de Amar", pagode-sensação dos anos 1990 na voz de Eliana de Lima ("A estrada dessa vida está difícil sem você / Undererê..."), Teresa, a "rainha das lives" durante o período mais crítico do isolamento social, emendou: "Eu quero cantar essa música na posse do Lula!"

Foi aplaudida. Mais que isso: Alguns "uhuuus!" foram ouvidos nessa hora. Vaia zero. Com a cumplicidade da plateia, cantou em seguida "No Woman, No Cry", do rei do reggae Bob Marley, na versão em português de Gilberto Gil.

Passou mais uma vez seu recado: na hora do "Mas se Deus quiser / Tudo, Tudo vai dar pé", enfiou um "em outubro", entre um trecho e outro, fazendo um L com as mãos. Foi o show mais politizado no universo paralelo dos camarotes entre os que foram realizados até então, no primeiro dia de desfile do Grupo Especial do Carnaval do Rio.

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