Por que "Rei Arthur: A Lenda da Espada" foi um fiasco

Rafael Monteiro
·1 minuto de leitura
Charlie Hunnam estrela "Rei Arthur: A Lenda da Espada" (reprodução)
Charlie Hunnam estrela "Rei Arthur: A Lenda da Espada" (reprodução)

Conhecido por filmes de sucesso, como "Snatch - Porcos e Diamantes" (2000) e "Sherlock Holmes" (2009), Guy Ritchie precisou se contentar com o fracasso de "Rei Arthur: A Lenda da Espada", filme exibido na Temperatura Máxima deste domingo (25) na TV Globo.

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Com orçamento de US$175 milhões, o longa deu prejuízo, fazendo apenas US$ 148 mihões em todo o mundo, de acordo com números do site Box Office Mojo. Se o público não foi atrás do filme, o resultado foi ainda pior com quem viu o filme - no caso, os críticos.

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No Metacritic, site agregador de críticas, o longa da Warner Bros conseguiu apenas uma média 41 de 100. E não faltaram palavras duras para descrever a obra entre os veículos de mídia em 2017, ano do lançamento do filme.

"Um enfadonho épico que acredita que, se você fizer um filme longo e repetitivo o suficiente, o público concluirá que você está dizendo algo profundo. Errado", disse a Rolling Stone em uma crítica que rendeu apenas uma de cinco estrelas possíveis.

Apesar disso, é possível que você se divirta durante a sessão de cinema de domingo na TV aberta. Pelo menos um dos maiores problemas apontados na obra - a longa duração - deverá ser sanada, já que a Globo faz cortes nos filmes para se encaixem na programação.

Além disso, fãs da série da série “Sons of Anarchy” devem gostar de ver Charlie Hunnam, o Jackson Teller, na pele do protagonista. Ele faz bem o seu papel, assim como Jude Law como o Rei Vortigern. E talvez a liste de atrativos acabe por aqui.

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