Filha de Deise, do Fat Family, vai embora do Brasil: "Não digo que sou forte"

Foto: Reprodução/Instagram (@talitadeisinha)

Talita Cipriano, 16, embarca para os Estados Unido neste sábado (01). A jovem passará um tempo fora do Brasil para estudar e digerir a morte da mãe, Deise Cipriano, que partiu em fevereiro do ano passado, vítima de câncer. Deise fazia parte do grupo Fat Family e sempre incentivou a filha a seguir carreira na música.

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Em 2018, Talita participou do ‘The Voice Brasil Kids’ e conquistou torcida mesmo sem levar o grande prêmio. Agora, em outro país, a jovem pensa em estudar para honrar a memória da mãe. “Digo que sempre vou honrar o nome dela em tudo que fizer. Morar um tempo nos EUA era o sonho dela, mas acabou que vou realizar esse sonho com o meu pai”, conta a adolescente.

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A viagem foi confirmada há pouco tempo e os detalhes fechados de última hora. Talita acha que será uma oportunidade de conhecer pessoas novas e aprimorar seu conhecimento musical para voltar ao Brasil com tudo. “Não sei quando volto porque vai depender do que rolar por lá. Mas pretendo terminar a escola e fazer o curso de moda. Teatro, moda, tudo isso envolve música”, justifica a cantora.

Apoio no luto

Os tios de Talita apoiaram a viagem para o exterior e até organizaram uma festa surpresa na Vila Maria, em São Paulo, na última quarta-feira (29). A menina ficou emocionada com o carinho e disse que sua família tem uma base muito sólida.

“Isso é o que tem ajudado a superar a morte da minha mãe. Apoio sentimental é uma coisa que sempre tive de todos os meus familiares e amigos”, garante ela, que tenta não demonstrar seus sentimentos paras as pessoas de fora por receio de ser julgada.

Além da força que encontrou nos parentes, a adolescente diz que tem buscado ajuda na igreja, algo que continuará buscando em seu novo lar. “Não digo que sou forte, busquei auxílio em Deus para não me perder. Tem dia que não quero sair do quarto e ninguém entende o que sinto. Mas também não quero explicar”, desabafa.

Talita nunca fez terapia, mas não descarta a possibilidade no futuro. “Já senti que não estava bem mentalmente, mas não cheguei a ir a um psicólogo. Meu pai é um bom ‘instrutor mental’ para mim. Acho que ele e Deus cuidaram de tudo. A ajuda profissional é válida, mas para falar a verdade até agora não foi algo que pensei”, confessa ela.