• Mateus Solano diz na CCXP que 'é só olhar o governo para ver que o brasileiro gosta de vilão'
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    Mateus Solano diz na CCXP que 'é só olhar o governo para ver que o brasileiro gosta de vilão'

    Para Mateus Solano, os vilões também representam os desejos mais profundos, as maldades que as pessoas não podem fazer na vida real, mas que adoram se deliciar vendo um personagem fazer na ficção.

  • Ao som de 'O Bêbado e a Equilibrista', Record presta último tributo a Gugu no Canta Comigo
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    Ao som de 'O Bêbado e a Equilibrista', Record presta último tributo a Gugu no Canta Comigo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O final da segunda temporada do Canta Comigo, último programa inédito gravado por Gugu Liberato, emocionou o público ao prestar uma homenagem ao apresentador, morto aos 60 anos após sofrer uma queda em sua casa, em Orlando (EUA).  Ao som de "O Bêbado e a Equilibrista", a atração exibiu, na noite desta quarta-feira (4), imagens do artista e de cenas da temporada do reality show. "Vocês são especiais para mim. De verdade", disse Gugu. Na sequência, plateia, jurados e famosos como Xuxa, Sabrina Sato, Rodrigo Faro, Marcos Mion, Sônia Abrão, Geraldo Luís e Luiz Bacci, apareceram aplaudindo o apresentador. No início do programa, o ator André Bankoff explicou que Gugu deixou gravado o anúncio de vencedor para os três finalistas, que foram escolhidos pelos cem jurados: Grupo Threerapia, Débora Neves e Franson. O campeão, porém, só seria definido em votação do público pelo site R7, que aconteceu na noite desta quarta-feira (4).     Franson, que cantou "I Just Call to Say I Love You", foi o vencedor com 72,8% dos votos. Foi só depois do anúncio da vitória dele, que a homenagem ao apresentador foi exibida.  Nas redes sociais, internautas comentaram o tributo ao artista.  "Eu chorei!!Foi lindo! Digno de um grande cara !!Vou sentir falta", disse uma mulher.  "Os aplausos, o olhar do Gugu e a saída silenciosa dele doeu", comentou outra.   Esta era a segunda temporada de Gugu a frente do Canta Comigo, uma versão nacional de All Together Now, formato original da Endemol Shine Group. A ideia da atração é testar se o candidato, ao se apresentar, é capaz de levantar cem jurados de uma só vez para cantar junto.   O programa estava marcando média de sete pontos de audiência. O reality tem grandes chances de voltar com outro apresentador, a definir, no segundo semestre de 2020. Segundo a coluna Zapping, da Folha de S.Paulo, Sabrina Sato e Marcos Mion são dois nomes já pensados para a produção de uma possível próxima temporada do programa. Diferentemente de outras ideias testadas na Record, essa é uma competição que vinha funcionando bem, inclusive para a imagem institucional da emissora.  Em entrevista em setembro para falar sobre a estreia do programa, Gugu disse que o Canta Comigo era o seu "xodó". "Estou muito feliz com o que eu estou fazendo. O Canta Comigo foi uma grata surpresa, um presente da Record para mim. Logo que vi o formato, fiquei apaixonado", disse ele na ocasião. Além da atração musical, ele apresentava também o reality Power Couple.  Na Record desde 2009, Gugu tinha renovado em janeiro o seu contrato com a emissora por mais três anos. Em recente entrevista, ele tinha falado que estava em um momento de desaceleração de sua carreira para ficar mais com a família e os filhos, João Augusto, 18, e as gêmeas Sofia e Marina,15 "Desacelerei minha vida profissional, em função dos meus filhos e da minha família. Era uma loucura ter um programa semanal de quatro horas de duração, e ao vivo. Fiz isso porque eu quis. [...] A proposta da Record foi muito boa porque trabalho alguns meses e fico de folga nos demais nos Estados Unidos", disse na época.  MORTE TRÁGICA O apresentador Gugu Liberato, 60, teve a morte confirmada na noite da última sexta-feira (22) após ele passar dois dias internado em um hospital de Orlando, na Flórida, Estados Unidos, em decorrência de uma queda sofrida em casa. Ele despencou de uma altura de quatro metros, quando fazia um reparo no ar-condicionado instalado no sótão.  Cerca de duas semanas antes do acidente, Gugu foi dado como morto pela rede social da própria emissora, a Record. Na ocasião, ele teve de ir a público confirmar que estava bem. "Pessoal, alguém publicou que eu tive um enfarto. É fake, tá? Estou muito bem, obrigado", escreveu ele em seu Twitter.  Após a queda sofrida em sua casa, os médicos constaram que o apresentador não apresentava mais atividade cerebral, segundo a nota de falecimento, que não especifica a data exata da morte. Os familiares então autorizaram a doação de todos os seus órgãos, o que poderia beneficiar até 50 pessoas.  O presidente Jair Bolsonaro (PSL) lamentou a morte do apresentador em suas redes sociais: "O país perde um dos maiores nomes da comunicação televisiva, que por décadas levou informação e alegria aos lares brasileiros. Que Deus o receba de braços abertos e conforte os corações de todos", disse a mensagem.  Já o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), decretou luto de três dias em razão da morte do apresentador, que ele classificou como "um de seus principais comunicadores": "O Brasil perde um talento", afirmou em nota. Já a Assembleia Legislativa ofereceu o salão nobre para a realização do velório.

  • Casamento gay é resultado do amor, afirma o filósofo Luc Ferry
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    Casamento gay é resultado do amor, afirma o filósofo Luc Ferry

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - “O casamento homossexual é o resultado inevitável do casamento por amor. Não pode ser de outra maneira”, afirma o filósofo francês Luc Ferry. Ele encerrou, em novembro, a temporada 2019 do ciclo Fronteiras do Pensamento. Ferry reflete sobre as mudanças na sociedade e no casamento, que possibilitam e levam as pessoas a se unirem “somente” por amor. O ex-ministro da Educação da França exemplifica como a criação independe da “filiação biológica” e enumera três pilares fundamentais da educação infantil. A primeira é o amor, se você foi amado pelos seus pais, sempre é possível recomeçar, se sofre algum abandono, você pode ficar triste, mas sabe que pode ser amado, vai se recuperar. O segundo elemento é a lei. Se você não transmitir autoridade aos seus filhos, você os enlouquece e fará deles bárbaros. O terceiro elemento são os saberes, as grandes obras. Um bom professor é aquele que te faz gostar até de matemática Filósofo, escritor e professor, Luc Ferry trouxe a filosofia de volta ao cotidiano, com linguagem e abordagem acessíveis a todos. Defensor do humanismo secular e da espiritualidade laica, é autor do best-seller “Aprender a Viver”, no qual mostra que a filosofia traz as respostas para que o homem possa superar seus medos, que são os obstáculos que impedem que ame os outros e seja livre.

  • Globo acaba com programa Como Será? após cinco anos no ar
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    Globo acaba com programa Como Será? após cinco anos no ar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Globo decidiu cancelar o programa Como Será? após cinco anos no ar. Segundo a própria emissora, uma nova programação ainda será anunciada para as manhãs de sábado, mas não foi informado quando isso deverá ocorrer. Parte da equipe teria sido demitida.  Em nota, a Globo afirmou que, a partir deste sábado (7), serão exibidas entre as 7h15 e as 9h edições com matérias inéditas e momentos que marcaram esses cinco anos de história do programa. Isso porque o conteúdo inédito já estaria gravado, segundo a emissora.  A Globo afirmou que o programa "contribuiu para reforçar o compromisso da emissora com a pauta social, exibindo um conteúdo de extrema qualidade e dezenas de histórias inspiradoras, contadas por excelentes profissionais". Os assuntos continuarão a ser abordados em seus programas, novelas e telejornais.  Em nota, a emissora afirmou que "alguns profissionais dedicados ao programa estão sendo realocados em outras produções", mas funcionários afirmam que houve demissões. O colunista Flávio Ricco, do UOL, aponta em torno de 30 pessoas demitidas.  A jornalista Sandra Annenberg, que estava a frente do programa, deve continuar na apresentação do Globo Repórter ao lado de Glória Maria.

  • Mayana Moura se casa com francês Louis Harang no Rio de Janeiro
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    Mayana Moura se casa com francês Louis Harang no Rio de Janeiro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Mayana Moura, 37, se casou com o francês Louis Harang nesse sábado (30) no Rio de Janeiro. Discreta em relação a vida pessoal, a atriz usou o Instagram para contar a novidade por meio de uma foto do casal que trazia a legenda "Mr. & Mrs Harang!", acompanhada por um emoji de aliança e um outro de coração. Alinne Moraes, 36, parabenizou a amiga, dizendo "Felicidades iaia!! Te amoooo!!". Já Ellen Jabour, 41, lamentou não ter podido comparecer ao casamento. "Minha querida, não consegui ir para o Rio, infelizmente, mas te desejo todas as felicidades do mundo!!". Vanessa Gerbelli, 46, Sabrina Petraglia, 36, e Pablo Morais, 26, foram outras celebridades que também comentaram a postagem.  Segundo informações do portal Quem, a cerimônia do casal que está junto há cerca de um ano foi realizada ao ar livre com vista para o Pão de Açúcar, pois o noivo, que mudou-se para o Brasil em 2012, é apaixonado pela cidade. Moura usou um vestido na cor chá, flores naturais na cabeça e botas azuis, o que deixou a produção bastante estilosa.  Moura ficou conhecida do público quando deu vida à personagem Melina na novela Passione (Globo, 2010-2011). O último trabalho da atriz na televisão foi na trama Jesus (RecordTV, 2018-2019), interpretando Satanás.

  • Em 'Mundo Manicongo', Rincon Sapiência combate o drama com dança
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    Em 'Mundo Manicongo', Rincon Sapiência combate o drama com dança

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A dança já foi um elemento bastante importante no hip-hop. Nos Estados Unidos, foi a partir das block parties --com suas batalhas de break, grafite, rimas e batidas-- que a cultura brotou e evoluiu. Eram os anos 1970. Tudo acontecia na rua. Rincon Sapiência, que ainda não tinha nascido (ele é de 1985), sabe que a cultura de rua se desenvolve hoje em outro território. Não que, no caso dele, a habilidade também como criador digital signifique inovação ou qualquer outra bobagem do tipo. O que ele faz é puxar o cordão umbilical do hip-hop --e aí entra o tratamento que dá para um tema tão presente quanto necessário, como a ancestralidade-- e costurar isso com os desejos e carências de agora. "A quebrada é tão ancestral/ Nos comunicamos em roda", ele diz em uma das músicas. A dança é o fio condutor de "Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps". Título rebuscado para algo bastante simples: o contrapeso para a vida real. Ou seja, a música e a dança. A fértil e pulsante cena de dança se expande há alguns anos no país, em movimentos e grupos como Batekoo, Amem, Jamaicaxias, além de todos os coletivos e houses de vogue, afrohouse ou passinho, é apenas a ponta do iceberg. O caráter político da dança e a discussão sobre corpo e identidade são alguns dos caminhos que percorrem o rapper e poeta de Itaquera, região leste de São Paulo, no seu terceiro álbum de estúdio. "A dança é como ginástica/ Ela tem a cintura elástica/ Ancestralidade em prática/ Eu confesso que é nossa tática/ Afinal de contas, multiplica essa multidão matemática". É pela dança que o autoconhecimento, muitas vezes, acontece. Voltando à ancestralidade. Rincon foi buscar em Famoudou Konatè, um dos principais bateristas do mundo de djembe --tipo de tambor originário de Guiné-Bissau--, muitos dos elementos sonoros para construir sua coleção de "afroreps". Ele sampleia o guineense em "Meu Ritmo" e dá o crédito: "Pegada funk tipo Guimé/ Mas o meu tambor vem da Guiné." Experimentar nunca foi tabu para o Manicongo. Para quem já foi de Kamau a NX Zero, de Alice Caymmi a IZA, é natural ter agora Mano Brown de um lado e Gaab do outro. Só consegue arriscar assim quem revisitou feridas e se conhece bem. Talvez por isso, no "Mundo Manicongo", dança e "afroreps" se sobreponham ao drama. Não deve ser fácil fazer a maioria dançar com linhas como "Quanto vale uma vida? Pensa no seu pivete/ Na bolsa tem a Bíblia/ Mas também tem canivete", ou então "Trabalhadora voltando pra casa/ Perguntando pra Deus: 'Por que não tenho asas?'" --trechos de "A Volta para Casa", do disco "Galanga Livre", de 2017. Mas, exatamente por reafirmar a importância da cultura do MC, Rincon deve ter a dimensão do compromisso que mantém com quem o acompanha desde as batalhas de freestyle, há quase 20 anos --sim, esse é o tempo da persistência em sua arte. Quando o chamado é para geral dançar, as dificuldades ligadas à construção da lírica (ou "verso livre", como diz Rincon) se refletem na redução do storytelling como recurso narrativo --habilidade que Rincon sempre ostentou. Essa contação de histórias --escola importante no leque de subgêneros do rap-- pode não ser a prioridade em "Mundo Manicongo", mas a variação vocal e do esquema de rimas de Rincon são trabalhados no detalhe. Em vez das "punchlines" fáceis, Rincon trafega pelas sutilezas. Conversar racionalmente com as pessoas --por meio de crítica política e social-- e, ao mesmo tempo, conversar "fisicamente" com quem consome seu som é um diálogo que, quando potente, se dá em um plano totalmente ritualístico --e aqui voltamos, por fim, à ancestralidade. "Não tem problema nenhum se seu corpo balançar", lembra Rincon. Ele sabe que a dança sempre foi uma das maneiras de combater o drama --seja o individual ou o coletivo. Música Mundo Manicongo: Dramas, Danças e Afroreps Onde: Nas plataformas digitais Autor: Rincon Sapiência Gravadora: MGoma Avaliação: Bom

  • Filhos de Gugu retornam aos EUA e voltam às aulas nessa segunda-feira
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    Filhos de Gugu retornam aos EUA e voltam às aulas nessa segunda-feira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Os filhos de Gugu, João Augusto, 18, e as gêmeas Sofia e Marina, 15, retornaram para os Estados Unidos, onde moram, junto com a mãe, Rose Miriam de Matteo, 55, nesse sábado (30). Segundo informou a assessoria, os jovens voltam às aulas na segunda-feira (2) e o primogênito do apresentador, inclusive, tem uma prova marcada para esse dia.  A família de Gugu tenta voltar à rotina após a tragédia que vitimou Liberato, que teve sua morte anunciada dia 22 de novembro após cair do sótão de sua casa em Orlando, nos Estados Unidos. O corpo do apresentador chegou ao Brasil na quinta-feira (28) e foi velado na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo). O enterro aconteceu na sexta-feira (29) no Cemitério Gethsêmani, em São Paulo.  Compareceram ao velório os apresentadores Geraldo Luís, Ratinho, Sabrina Sato, Eliana e Marcos Mion; membros das bandas Polegar e Dominó, criadas por Gugu nos anos 1990; e Cintia e Silvia Abravanel, filhas de Silvio Santos. O dono do SBT não compareceu, mas mandou uma coroa de rosas. TRAJETÓRIA  Gugu, que começou a trabalhar como office-boy em uma imobiliária em São Paulo, teve uma carreira repleta de sucessos e polêmicas, que incluem desde a famosa Banheira do Gugu até uma entrevista com supostos membros do PCC que faziam ameaças a políticos e jornalistas -desmentida pela própria facção.  Ele contou à Folha de S.Paulo na década de 1990 que chegou a mandar cartas para Silvio Santos, com ideias e sugestões para os programas dele, até que foi chamado. Silvio resolveu dar uma chance ao menino, na época com apenas 14 anos, contratando-o como assistente de produção, quando o apresentador ainda estava na Globo.  Ao conseguir a concessão que daria origem ao SBT, Silvio deu a oportunidade de apresentador a Gugu. Passou pelo Viva a Noite, Passa ou Repassa, Sabadão Sertanejo e Domingo Legal, onde se consolidou, chegando a mudar de horário para competir diretamente com o Domingão do Faustão (Globo), até então líder no horário.  Gugu estreou na Record em 2009, onde hoje apresentava os realities Power Couple Brasil e Canta Comigo. Esse último está hoje na reta final da segunda temporada. Segundo a Record, o apresentador chegou a gravar a final, prevista até então para ir ao ar dia 4 de dezembro. Gugu também foi o responsável por alavancar a carreira de algumas boy bands famosas dos anos 1980 e 1990. Entre elas, o Dominó, que estourou em 1984, com Afonso Nigro, Nill, Marcos Quintela e Marcelo Rodrigues, e o Polegar, que tinha entre os membros o cantor Rafael Ilha, que virou celebridade ainda criança.

  • Tom Cavalcante defende humor nordestino e diz o porquê de ser chamado de 'paraíba'
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    Tom Cavalcante defende humor nordestino e diz o porquê de ser chamado de 'paraíba'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Está em cartaz nos cinemas, a comédia "Os Parças 2", com Tom Cavalcante, Whindersson Nunes e Tirulipa. Nesta sequência, o trio protagonista, em conjunto com a diretora Cris D'Amato, tiveram como inspiração o humor corporal e inocente clássico, como o dos Trapalhões.  Apesar de ter um estilo de humor como ponto de partida, cada um dos atores se sentiu à vontade para compor com a sua personalidade. Cavalcante é conhecido pela criação de personagens clássicos, como João Canabrava, na Escolinha do Professor Raimundo, Tirulipa tem o circo como principal escola, e Nunes vem do YouTube e dos palcos de stand-up.  "A gente traz no DNA esse humor nordestino. Todo mundo fala que o povo nordestino é alegre, para cima, e é mesmo. É um povo que criou uma cultura de diversão, e a gente traz isso para dentro do filme, observando as grandes estrelas como os próprios Trapalhões, Jim Carrey e Jerry Lewis", afirma Tom Cavalcante.  Vindos de estados diferentes -Tom Cavalcante e Tirulipa são cearenses, e Nunes é do interior do Piauí- o trio brinca e reflete, ainda, como o próprio preconceito sofrido pela região Nordeste em algumas cenas do filme. Em uma delas, um personagem do elenco adolescente os chama de "paraíbas". "A gente se permite ser chamado de 'paraíba' para ser mostrado, neste momento, que a gente não tem que potencializar isso. Mas, ao mesmo tempo, a gente tem que se defender. O Pirôla vai lá e chama o menino de nojento", defende.

  • Felipe Neto e Felipe Castanhari deixam rixa de lado e se beijam em live na internet
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    Felipe Neto e Felipe Castanhari deixam rixa de lado e se beijam em live na internet

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Black Friday, nesta sexta (29), foi de muita emoção para os internautas. Não apenas por causa dos descontos que pipocam na internet ao longo do dia, mas porque dois de seus maiores astros no Brasil protagonizaram um momento inusitado durante uma live. Felipe Neto, 31, e Felipe Castanhari, 29, trocaram um selinho ao vivo enquanto apresentavam um especial para a data de compras, o Show da Black Friday. O que torna tudo ainda mais inesperado é o fato de Neto e Castanhari terem rixas antigas e bastante conhecidas. Foi justamente lembrando delas que o primeiro youtuber chamou o outro ao palco do programa: "Vamos chamar ele, que é o convidado mais polêmico da noite por conta de toda a história que vai ser resolvida aqui no palco". Castanhari apareceu já abraçando o colega de YouTube e continuou a lembrança: "Que cena inesperada. Eu não sei se as pessoas sabem, mas isso não acontece desde 2013", disse em referência ao abraço. "A gente dividiu o palco juntos no Youpix, em 2013, e depois disso a gente brigou e nunca mais se viu, porque um evitava o outro." "Eram duas crianças birrentas que amadureceram", complementou Neto. "E detalhe importante: eu prometi, que se chegar em 500 mil [views], a gente dá um selinho." E não tardou para a marca ser alcançada. "Esse é o momento", anunciou Neto, antes de dar um selinho em Castanhari, selando a nova fase de amizade da dupla.

  • Sabrina Sato e Duda Nagle fazem a primeira festinha de aniversário para a filha Zoe
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    Sabrina Sato e Duda Nagle fazem a primeira festinha de aniversário para a filha Zoe

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A pequena Zoe, filha de Sabrina Sato e do ator Duda Nagle, completou seu primeiro ano de vida nesta sexta-feira (29). Com isso, pai e mãe realizaram uma festinha de aniversário para a pequena em sua casa.  Parte da comemoração foi registrada por Duda. Na festa estavam presentes a mãe de Sabrina, Kika, e a mãe de Duda, Leda Nagle, além de alguns primos. "Aeeeeee!!!! Que alegria! 1 ano. Parabéns, Zoe. E que ano viu? Muito saúde e sorte. Vida longa à Zoe", publicou Nagle em sua rede social. Sabrina também publicou uma série de fotos de Zoe com a família. "Um amor que não se explica. Viva a nossa Zoe", escreveu a mamãe.  Em outra publicação, Sabrina se derreteu ainda mais. "Filha , hoje é um dia muito especial para nossa família. Passei a noite inteira olhando para você ao meu lado dormindo e pensando em tudo o que passamos nesse um ano. Cada dia um aprendizado, uma novidade. O primeiro sorriso, a primeira gargalhada, o primeiro abraço, a primeira palavra", escreveu. "Parabéns, meu amor! Deus nos abençoou com o maior presente da vida. Hoje, amanhã e sempre lutarei pela sua felicidade porque ver essa carinha linda sorrindo é a melhor coisa da vida. Te amo."

  • 'Se me defino sapatão, é para poder conversar sobre isso', diz Bruna Linzmeyer
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    'Se me defino sapatão, é para poder conversar sobre isso', diz Bruna Linzmeyer

    Atriz falou sobre discriminação e futuro da comunidade LGBTQ+ em vídeo com Xuxa Meneghel

  • Corpo de Gugu Liberato deixa hospital após retirada de órgãos para doação
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    Corpo de Gugu Liberato deixa hospital após retirada de órgãos para doação

    A cirurgia para retirada dos órgãos foi realizada esta noite e madrugada (sábado para domingo) e durou mais de seis horas. 

  • Michelle Obama é indicada ao Grammy por audiobook de 'Minha História'
    Vida e Estilo
    Redação Vida e Estilo

    Michelle Obama é indicada ao Grammy por audiobook de 'Minha História'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Michelle Obama, 55, foi indicada ao Grammy 2020 pelo audiobook do seu livro de memórias, "Minha História" ("Becoming", no original em inglês). A ex-primeira dama dos Estados Unidos vai concorrer na categoria melhor álbum falado. Ela divulgou a novidade em seu perfil oficial no Instagram. "Estou muito emocionada ao receber uma indicação ao Grammy. Esse último ano foi uma caminhada muito significativa e emocionante (...) Obrigada por cada grama de amor e apoio que vocês compartilharam de maneira tão generosa", escreveu.  Publicado em novembro de 2018, "Minha História" já vendeu mais de 10 milhões de cópias, segundo a Penguin Random House.  O livro foi traduzido para 24 idiomas simultaneamente e foi lançado no Brasil pela editora Objetiva. Na obra, ela narra a infância em Chicago, como enfrentou o racismo na vida pública e a sua incredulidade ao se tornar a primeira primeira-dama negra dos EUA. A cerimônia do Grammy será realizada no dia 26 de janeiro, no Staples Center, em Los Angeles. A lista de indicados para todas as 84 categorias foi revelada nesta quarta (20), nos Estados Unidos. A rapper americana Lizzo é a artista com mais indicações, sendo citada em oito categorias, incluindo as mais importantes --gravação do ano e disco do ano.

  • Latino diz que deseja encerrar sua carreira artística até 2021
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    Latino diz que deseja encerrar sua carreira artística até 2021

    O cantor planeja o fim da sua carreira artística para os próximos anos e pretende trabalhar para causas humanitárias

  • Integrantes de grupo de k-pop denunciam produtora por abuso físico e psicológico
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    Integrantes de grupo de k-pop denunciam produtora por abuso físico e psicológico

    Taesun e Wooyeop, do grupo TRCNG, estão processando a TS Entertainment

  • Romance é narrado por mãe que não ama o filho e tem nojo do marido
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    Romance é narrado por mãe que não ama o filho e tem nojo do marido

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Narrado por uma protagonista sem nome, que se esconde atrás dos arbustos no quintal de sua casa para espiar dentro dela, "Morra, Amor" é o romance de estreia da escritora argentina Ariana Harwicz, 42, e seu primeiro livro traduzido para o português.  Lançado em 2012 como "Matate, Amor", o romance conta a história de uma mulher estrangeira que mora no interior da França com o marido, francês, e um bebê. Para ela, o casamento, a solidão e a maternidade são ingredientes de uma bomba-relógio emocional. Ela deseja acabar com toda essa vida que a aprisiona e a bota à beira de um ataque de nervos, mas ao mesmo tempo continua fazendo seu papel de esposa e mãe. Pensa em matar pai e filho e se ressente de todas as tarefas domésticas que cumpre, da amamentação, das interações com o marido --que aceita seu comportamento cada vez mais estranho. Dona de uma libido também selvagem, a personagem trai o marido sem muita preocupação em esconder o fato. Comporta-se mal em encontros de família e sonha ter a coragem de seu vizinho, pai de sete filhos, que meteu uma bala de espingarda na cabeça em uma noite de Natal. Como a personagem, a escritora também mora no interior da França com seu marido francês, mas tem dois filhos ao invés de um. Quão autobiográfico seria o texto? "A biografia de um autor é a sua obra e não o contrário, a obra é a verdade da vida e não a vida a da obra. 'Morra, Amor' é todo verdade, não porque seja autobiográfico, mas por razões literárias", diz ela à Folha de S.Paulo. A versão em inglês do livro foi indicada ao Man Booker International em 2018. E já foi adaptado para o teatro na Argentina, na Espanha e em Israel. "Venho do cinema e da dramaturgia e acredito que a forma do livro funcione também como uma obra de teatro, por isso acho que a adaptação tenha sido fácil, o livro já apontava a obra. Trabalhei na adaptação na Argentina, fiz parte do processo criativo", diz a autora. Ela conta que recebeu uma ligação de uma produtora que quer adaptar 'Morra, Amor' para o teatro no Brasil. "Será um projeto bonito e selvagem", afirmou. Harwicz acredita que o casamento e a maternidade, da maneira como são pensados nesta época e na sociedade de consumo, podem levar homens e mulheres à loucura. "Os selos, a monogamia, a maternidade, os imperativos sociais enlouquecem. Tudo que nos obriga a renunciar à própria verdade acaba levando à loucura." Sem grandes digressões, a prosa de Harwicz é feita de frases curtas, que vão direto ao ponto. Sua protagonista conta de maneira urgente e cortante os pensamentos que passam pela sua cabeça e os atos cada vez mais violentos que começa a cometer. "A personagem está cheia de contradições, e quer e não quer viver essa vida. Sem essa luta, não haveria drama. A maternidade é um tabu porque é insuportável admitir que é possível não amar um filho, é possível inclusive desejar-lhe o mal", diz. Ela conta que o estilo rápido da narrativa não foi planejado, e aconteceu naturalmente no processo de escrita do romance. "O tom de uma escrita, a gramática que ela arma e que fabrica a música de um livro é intencional e não intencional, na medida em que não foi arbitrária, mas também não foi programada. Quando o escrevi, não estava consciente de sua velocidade. As transgressões forçaram a sua forma." "Morra, Amor" faz parte de uma trilogia involuntária sobre a paixão erótica e a maternidade, junto com os dois livros que Harwicz escreveu em seguida, "La Débil Mental" (a débil mental) e "Precoz" (precoce). Segundo Silvio Testa, diretor editorial da Instante, casa de "Morra, Amor", os títulos devem ser lançados em português nos dois próximos anos --o primeiro em 2020 e o segundo, em 2021. MORRA, AMOR Preço R$ 44,90 (140 pág.) Autor Ariana Harwicz Editora Editora Instante Tradução Francesca Angiolillo

  • Em 'Bom Sucesso', Diogo é pego com amante e acaba expulso de casa: 'Primeiro grande tombo'
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    Em 'Bom Sucesso', Diogo é pego com amante e acaba expulso de casa: 'Primeiro grande tombo'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na trama de "Bom Sucesso" (Globo), o vilão Diogo, interpretado por Armando Babaioff, está sempre por cima da carne seca. De todo jeito, ele arruma uma forma para se safar das encrencas e sabe como ninguém deixar qualquer um em maus lenções. A partir de agora, porém, será ele quem vai se dar mal. Diogo será flagrado por Eugênia aos beijos com a amante Jeniffer (Nathalia Altenbernd). Apesar de tentar limpar a sua barra, essa situação chegará aos ouvidos da mulher dele, Nana (Fabiula Nascimento). As cenas devem ir ao ar no capítulo desta sexta-feira (15). De acordo com o ator, Diogo fará de tudo para evitar que o flagra se espalhe. "Diogo é inconsequente e não pensa muito nos atos. Ele acaba ficando cego achando que pode tudo. E tem um agravante: esse cara tem simpatia pelo risco, pelo fato de estar sempre a um passo de ser pego. Isso o excita", comenta Babaioff. Mas, segundo o intérprete do vilão, começará uma leve derrocada do personagem. "É o começo do tombo, na verdade, o primeiro grande tombo dele", afirma Babaioff. Apesar das tentativas de abafar o caso, Eugênia vai fazer com que ele conte a verdade para a esposa, e será isso que ele fará. Nana entrará em choque e vai expulsá-lo da mansão. Ela está grávida, mas ainda não se sabe se o filho é de Diogo ou de Mario (Lucio Mauro Filho). "Sim, ele será convidado a se retirar da casa até mesmo para que, num primeiro momento, ela repense essa relação. Algo se quebrou nesse relacionamento entre Diogo e Nana. Com isso, ele irá direto para a casa da Gisele, mesmo ela não querendo", revela Babaioff, a respeito da personagem de Sheron Menezzes, que também é amante dele na trama. Só que vilão que é vilão tem sempre uma carta na manga. E a carta que será usada por Diogo é a de forjar, com ajuda da própria Gisele, uma sessão de terapia de casal para fazer com Nana. A ideia, nesse caso, será enrolar a moça e fazer com que essa falsa consulta mude a ideia de separação da esposa. Diogo tem medo absoluto de voltar a ser pobre, como já foi um dia, e perto da editora Prado Monteiro, ele tem chance de ganhar mais grana. "É mais uma das soluções 'Dioguescas' que ele arruma. Mas a preocupação acaba virando outra, já que ele não pode controlar o que a esposa fala. Será interessante", adianta o ator. O maquiavélico Diogo também jogará na cara dela a vez em que descobriu que ela se envolveu com Mario. Mas, não bastasse o flagra, a expulsão e o primeiro tombo, Diogo ainda receberá mais um balde de água gelada na cabeça ao descobrir que Nana está gostando de Mario, de verdade. Para Babaioff, a partir desse momento, o mais sanguinário Diogo pode aparecer na novela. "O sentimento dele é um só: sé pensa nele. Justo por isso, qualquer coisa que apareça na frente dele para atrapalhar seus objetivos... Nós já vimos como ele age. Já matou 'acidentalmente' o personagem de Jonas Bloch [Eric] e 'acidentalmente' matou o de Arthur Sales [Felipe]. Então, ele pode, sim, pensar em matar de novo", revela o ator, sobre as possibilidades de vingança contra Nana e Mario a partir dessa revelação. O ator afirma que "não imaginava que Diogo seria tão ruim". Babaioff aponta quais seriam os desfechos mais interessantes para ele. "Não sei se a morte é a melhor solução para o Diogo. Creio que ele deveria sofrer na pele um pouco todo o sufoco que causou nos outros. Queria vê-lo recebendo o troco", conclui.

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    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após gastar 195 mil libras (pouco mais de R$ 1 milhão) em cirurgias plásticas para se parecer com um dos integrantes do grupo de k-pop BTS, um homem de 29 anos foi alertado por médicos que pode perder o nariz se continuar fazendo intervenções no rosto.

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    'É como nascer novamente', diz Glenda Kozlowski sobre sair da Globo após 27 anos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Glenda Kozlowski, 45, resolveu comentar sua saída da Globo, depois de 27 anos na emissora, em uma publicação nas redes sociais neste fim de semana. Em outubro, ela anunciou que, em comum acordo com a empresa, havia decidido deixá-la. Ela se juntou a uma longa lista de nomes de grife que saíram da Globo este ano, como  Alexandre Garcia, Sérgio Chapelin, Sérgio Aguiar, Mariana Ferrão, Monalisa Perrone e Fernando Rocha. Na postagem sobre a saída, Glenda mostrou não se arrepender. "Durante 27 anos meu sobrenome era Glenda de onde? Da Globo. Até porque Kozlowski não ajuda, né? Mas o sentido real 'Glenda de onde? Da Globo', sempre fluiu dentro de mim, como algo normal, afinal, eu praticamente morava ali dentro", escreveu. "Depois de passar metade da minha vida no grupo, olhar para o mundo plural e entender que existem infinitas possibilidades de mim mesma é bom demais. O difícil é que o mundo gosta do tal sobrenome. Fulana de onde? Faz o que? Fez, foi, é!! De atleta a repórter, de apresentadora a narradora, de Glenda da Globo a Glenda Kozlowski. Tô por aqui, eu e as minhas versões. "Sempre gostei de buracos negros, aqueles momentos em que você pisa no nada para entender o todo", prosseguiu. "Neste instante, meus sentidos ficam muito apurados. A criatividade aumenta. Ideias loucas surgem, e no meu caso, já que estou flutuando nele, não uso filtros. Deixo o campo das ideias, vontades, sensações, oportunidades, tudo pode, tudo eu posso. Só que buracos negros trazem a tal da insegurança -do nada pra lugar nenhum.... sentiu o frio na barriga? É aí que entra a adrenalina. Como amo adrenalina, tudo bem. Estar aberta ao novo, sem medo, sem vergonha, sem ego infernizando, sem freios, apenas de braços abertos, é como nascer novamente."