Suzane von Richthofen processa produtora de filmes sobre assassinato de seus pais

Carla Diaz como Suzane von Richthofen no filme "A Menina que Matou os Pais". Foto: reprodução/Instagram/carladiaz

Suzane von Richthofen processou a produtora dos filmes os longas “O Menino que Matou meu Pais” e “A Menina que Matou os Pais”, previstos para estrearem nos cinemas em abril. Dirigidos por Maurício Eça, os longas contam, em duas versões, a história do assassinato de seus pais, crime que ela confessou e pelo qual cumpre pena de 39 anos de prisão.

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Segundo o jornal “O Globo”, ela recorreu à Justiça por não ter autorizado a filmagem das obras, de responsabilidade da produtora Santa Rita. No entanto, o processo, que correu em segredo de Justiça na Comarca de Angatuba, em São Paulo, foi julgado improcedente pela juíza Larissa Gaspar Tunala e transitado em julgado.

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O crime, ocorrido em 2002, será retratado na ótica de Suzane (Carla Diaz) e também de seu namorado, na época, Daniel Cravinhos (Leonardo Bittencourt). Na versão da filha de Manfred e Marísia von Richthofen (Leonardo Medeiros e Vera Zimmermann), ela atribui a culpa ao parceiro: “Achava que ele (Daniel) queria matar meus pais por amor, mas hoje sei que é pelo dinheiro pode dar”. No outro filme, o rapaz a aponta como a mandante do assassinato.

Atualmente cumprindo regime semiaberto na Penitenciária Feminina de Tremembé, Suzane também procurou meios legais para impedir a circulação do livro “Suzane — Assassina e Manipuladora”, de Ulisses Campbell, lançado em janeiro. A detenta chegou a vencer a causa em duas instâncias, mas a venda foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal.