Vacina contra ômicron e acordo sobre Auxílio Brasil impulsionam Bolsa

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.08.2011 - Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 08.08.2011 - Painéis de indicadores econômicos na sede da Bolsa de Valores de SP. (Foto: Alessandro Shinoda/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Bolsa de Valores brasileira ganhava fôlego na manhã desta quarta-feira (8) com investidores reagindo de forma positiva ao acordo entre Câmara e Senado sobre a promulgação parcial da PEC dos Precatórios para pagamento do Auxílio Brasil, enquanto no exterior uma declaração da Pfizer sobre a eficácia da terceira dose da sua vacina contra a variante ômicron do coronavírus dava ânimo aos mercados futuros em Wall Street.

Às 11h43, o Ibovespa, índice de referência da Bolsa, subia 0,57%, a 108.172 pontos. O dólar recuava 0,90%, a R$ 5,5680.

"O que o mercado está olhando desde a semana passada é esse movimento que indica que a variante ômicron não é tão letal como se esperava, apesar de ser mais transmissível, e isso traz algum alento para os ativos de risco", disse Vitor Carettoni, diretor da mesa de renda variável da Lifetime Investimentos.

A queda mensal de 0,1% nas vendas mensais do varejo, divulgada nesta terça pelo IBGE, reduziam a curva de juros para 2023 em 0,17 ponto percentual, de 11,48% para 11,31% ao ano.

O dado reforça o desempenho fraco da economia e isso tem levado investidores a esperar que o Banco Central não anuncie na tarde desta quarta um aumento da taxa Selic acima do esperada pelo mercado, que é de 1,5 ponto percentual.

O petróleo Brent recuava 0,24%, a US$ 75,26 (R$ 424,50).

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