Spirulina: conheça as vantagens e as desvantagens do alimento da moda entre os esportistas

A spirulina geralmente é consumida em cápsulas de um pó esverdeado (Getty Images)

Conhecida fonte de proteína (cerca de 60% da sua composição é desse nutriente) e aminoácidos, a spirulina (ou espirulina) é uma cianobactéria que está sendo bastante consumida como suplemento alimentar por praticantes de esportes.

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Apesar do benefícios vistos por muita gente, como saciar a fome, a recomendação diária de consumo pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não é mais que 1,6 gramas. A agência recomenda buscar a orientação de um médico ou nutricionista antes de optar pela spirulina. A cianobactéria pode ser manipulada de acordo com a orientação médica ou consumida em cápsula em pó.

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O termo superalimento não é consenso

A spirulina faz parte de uma categoria, não oficial, classificada como superalimento, que são ingredientes como grãos e frutas (chia, açaí, mirtilo) que possuem uma grande concentração de determinados nutrientes e que trazem benefícios para a saúde. O termo “superalimentos”, no entanto, ainda não é consenso entre profissionais na saúde.

Também chamada de alga azul, por conta da sua coloração, ela é um microorganismo capaz de realizar fotossíntese, mesmo não sendo uma planta. A spirulina é rica em aminoácidos essenciais. Como nosso organismo não consegue produzir aminoácidos naturalmente, são nutrientes que geralmente obtemos ao consumir alguns alimentos (carne branca, soja e banana) ou complementos alimentares.

A fenilalanina auxilia no equilíbrio mental

A spirulina é composta por fenilalanina, aminoácido essencial conhecido por sua importância na produção de neurotransmissores. A fenilalanina auxilia no equilíbrio mental, na prevenção de problemas psicológicos, além de ter papel importante na melhora do humor.

Quem tem fenilcetonúria não pode consumir

Vale ressaltar também que pessoas que possuem fenilcetonúria não devem consumir alimentos que tenham fenilalanina, porque não conseguirão absorver o aminoácido que, acumulado no organismo, se torna tóxico. A fenilcetonúria é uma doença congênita e é diagnosticada no teste do pezinho.