Spike Lee promete não ser 'ditador' como presidente do júri de Cannes

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Spike Lee, em julho de 2013, em Beverly Hills

O cineasta americano Spike Lee prometeu, nesta sexta-feira (9), não ser um "ditador" como presidente do júri do Festival de Cannes, em uma conversa com um grupo de jovens empregados de um luxuoso hotel da turística cidade francesa, observou uma repórter da AFP.

Ao ser questionado sobre como avaliava os filmes, o diretor disse que se concentra "na originalidade, atuação dos intérpretes, no trabalho de câmera e na sensação que me dá, qual emoção sinto".

Sobre o júri, explicou: "Cada um tem sua opinião diferente. Nem todos gostam das mesmas canções ou dos mesmos programas de televisão e, no final, os nove membros votam".

"Prometi às pessoas do júri que não seria um ditador, que seria democrático... mas até certo ponto, porque se o júri estiver dividido quatro contra quatro, sou eu quem decido! Vai dar tudo certo!", acrescentou ele para vinte jovens profissionais de todos os lugares (estreantes, refugiados, estudantes estrangeiros...) contratados neste hotel como reforço durante o concurso.

Durante uma meia hora, os jovens fizeram perguntas sobre seu início de carreira, seus projetos, a pandemia, o movimento Black Live Matters e inclusive suas expectativas para a final da Eurocopa.

Quando perguntaram sobre os intérpretes, ele respondeu que "Denzel Washington é o maior ator do mundo", embora também estejam entre seus favoritos os também americanos Adam Driver, protagonista do musical "Annette", na disputa pela Palma de Ouro, e Samuel L. Jackson.

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