Solteiro aos 45 anos, Selton Mello fala sobre solidão: 'É uma escolha'

O ator contou que não tem medo de ficar sozinho (Reprodução/ Instagram/ @seltonmello)

Em entrevista à colega de elenco de “Treze Dias Longe do Sol”, Carolina Dieckmann, para a “Top Magazine”, Selton Mello falou sobre solidão. O ator, que é solteiro aos 45 anos, contou que que não sente falta de chegar em casa e ter alguém esperando por ele. “Tô pensando ainda no gato! É lindo o que me mostrou, mas não paro em casa, e esse felino vai ficar aqui sozinho? Como é que eu faço com esse gato, Brasil? Não temo a solidão, sou amigo dela, me alimento de suas possibilidades. É uma escolha, e não tá ruim, não. Portanto, sobre o fato de sentir falta de alguém me esperando em casa, eu jamais responderia essa pergunta com outra pergunta. Mas era necessário terminar a entrevista assim, Carol? Isso faz diferença? Aceita mais um pastelzinho? Sua água é com gás ou sem gás? Respondi a pergunta?”, brincou o ator.

Selton Mello também revelou que não acha difícil manter sua vida pessoal longe dos holofotes. “Esforço nenhum. Ser low profile é moleza para mim. Mineiro, né? Não me interesso pela exposição gratuita e nem acho que devo ter opinião sobre tudo. Entendo um pouco do que faço, não sou especialista nem em mim mesmo. Então, o recolhimento é saudável, e deixo que meu trabalho, na maior parte das vezes, fale por mim”, explicou.

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Questionado por Carolina Dieckmann se já pensou na possibilidade de desistir da carreira, o ator garantiu que sim. “Penso nisso toda hora! Neste momento em que respondo esta entrevista pensei em usar a oportunidade, me despedir e partir para o meio do mato e cuidar de plantar batatas. Mas algo me coloca para a frente, que não sei medir. Chega uma hora na vida de quem trabalha com arte que a obra ganha do criador. Tem gente que é tocada pelo que faço, e essas pessoas merecem que eu continue. Ok, é pouca gente, mas estou de olho nelas, faço por elas. Muito do fato de continuar vem disso, é como se fosse uma missão que não tenho o direito de interromper”, respondeu Selton Mello.