Simony diz que síndrome do pânico já a fez dormir com a mãe e abandonar o carro no meio do trânsito

Foto: Reprodução/Instagram (@simonycantora)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Apesar de ter crescido sob os holofotes, a cantora Simony, 42, passou por momentos difíceis na juventude em decorrência da síndrome do pânico. Pouco conhecida na época, o transtorno demorou a ser diagnosticado, fazendo-a cancelar shows e dormir de mãos dadas com a mãe.

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"As pessoas achavam que era frescura, então eu sempre ia ao médico e: 'ah, não tem nada'. Aquilo foi piorando e chegou uma hora em que eu cancelei todos os shows, larguei carro dentro de túnel várias vezes. Quando dá a crise é terrível", disse em participação ao programa Luciana by Night (Rede TV!), que vai ao ar nesta terça (16).

Simony começou a carreira com apenas três anos, mas foi aos seis que ela ganhou popularidade ao compor o grupo Balão Mágico, que fez sucesso na década de 1980. Com o aniversário de 35 anos da banda, ela se reuniu com Tob e Mike para uma turnê comemorativa, que acabou reunindo fãs antigos e criando novos.

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"A gente fez show em Belo Horizonte e uma menininha, um toco [de gente], dançava e cantava tanto. A gente vê senhora, com filho, com bisneto. Eu falo, o Balão é mágico mesmo, fez história na vida de muita gente", conta Simony.

Durante o papo com a apresentadora Luciana Gimenez, a cantora, que tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram, também falou sobre a pressão que sofre nas redes sociais e como isso a fez parar de falar sobre religião.

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"Não quero que ninguém saiba porque depois ficam: "Ai, por que ela faz isso se é evangélica, nossa, ela é budista e faz isso". A religião é minha, eu que vou lá fazer, eu que vou lá pedir a Deus e ninguém precisa saber. Só eu sei da minha religião, eu e Deus", desabafa.