Sharon Stone pagou salário de Leonardo DiCaprio em filme de faroeste

Rafael Monteiro
·2 minuto de leitura
Sharon Stone e Leonardo DiCaprio em cena de
Sharon Stone e Leonardo DiCaprio sentados em uma mesa de bar em cena de "Rápida e Mortal" (1995) (reprodução)

Um dos atores mais prestigiados de Hollywood, Leonardo DiCaprio precisou da ajuda de Sharon Stone no início da carreira. Em sua autobiografia recém-lançada, "The Beauty Of Living Twice", a atriz revelou que pagou do próprio bolso o salário do astro em "Rápida e Mortal" (1995).

Na época, DiCaprio tinha 21 anos e, apesar da sua elogiada atuação em "Gilbert Grape: Aprendiz de Sonhador" (1993), não conseguiu convencer os estúdios TriStar Pictures que seria uma boa escolha para o personagem Kid. Foi, então, que Sharon Stone, protagonista e co-produtora do longa, interveio.

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"Esse garoto chamado Leonardo DiCaprio foi o único que acertou o teste. Na minha opinião, ele foi o único que entrou e chorou, implorando a seu pai que o amasse enquanto ele morria na cena", contou Stone em seu livro, relembrando um questionamento dos executivos do estúdio.

"'Por que um desconhecido, Sharon, por que você está sempre atirando no próprio pé?'. O estúdio disse que se eu o quisesse tanto, poderia pagá-lo com meu próprio salário”, contou a atriz. "Então eu fiz", completou a estrela. Dois anos depois, DiCaprio estrelaria "Titanic" (1997), filme que lhe deu status de astro do cinema.

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Luta também por Sam Raimi 

American actress Sharon Stone on the set of The Quick and the Dead directed by Sam Raimi. (Photo by Murray Close/Sygma/Sygma via Getty Images)
Sharon Stone sentada na cama, em foto tirada no set de "Rápida e Mortal" (Photo by Murray Close/Sygma/Sygma via Getty Images)

Em seu livro, Sharon Stone conta que não teve que lutar para trabalhar somente com o jovem DiCaprio. Sam Raimi, diretor da primeira trilogia de filmes do Homem-Aranha e de clássicos do terror, como 'The Evil Dead' (1981), só foi escolhido após a sua insistência.

"Conseguir crédito de produtora como atriz é muitas vezes considerado no meu negócio como um 'acordo de vaidade', significando que eles recebem pelo trabalho, mas calam a boca e ficam fora do caminho", escreveu a estrela.

Segundo Stone, Raimi era considerado pelo estúdio um diretor de "filme D". "Eu não ia aceitar um acordo de vaidade e os deixei cientes disso desde o início. Isso é ilegal, eu digo, e gosto de trabalhar dentro da lei. Isso gera muito silêncio na outra linda", finalizou.

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