Sergio Marone critica Mario Frias após repasses a projeto de filho de Bolsonaro

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SÃO PAULO, SP, 07.06.2017: EVENTO-SP - O ator e apresentador Sergio Marone no jantar beneficente em prol do Movimento Amor sem Fronteiras, primeira edição do Celebrity Cook-Off, no restaurante Benihana nos Jardins em São Paulo. (Foto: Marcus Leoni/Folhapress) ORG XMIT: AGEN1706080020462734 ORG XMIT: AGEN2104211308725862
SÃO PAULO, SP, 07.06.2017: EVENTO-SP - O ator e apresentador Sergio Marone no jantar beneficente em prol do Movimento Amor sem Fronteiras, primeira edição do Celebrity Cook-Off, no restaurante Benihana nos Jardins em São Paulo. (Foto: Marcus Leoni/Folhapress) ORG XMIT: AGEN1706080020462734 ORG XMIT: AGEN2104211308725862

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na noite desta quinta-feira (15), o ator e apresentador Sergio Marone publicou em seu Twitter uma crítica ao secretário especial da Cultura, Mario Frias, respondendo a uma postagem em que este agradece ao senador Fernando Bezerra (MDB-PE) por ter adiado a votação da Lei Paulo Gustavo.

Na publicação, Marone destaca uma imagem que aponta o repasse de R$ 4,6 milhões da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) ao projeto Casinha Games (Cultura Digital), apontado pelo texto como uma iniciativa de Jair Renan, filho do presidente Jair Bolsonaro.

O ator aponta que Frias está deixando ex-colegas artistas passando fome e que, não fossem os olhos azuis de Frias, ele "jamais teria tido uma oportunidade na TV". "E os R$ 4 milhões na casinha do Renanzinho? Absurdo também? Explica?", escreveu ainda.

Minutos depois, Frias se manifestou na rede, apelidando o apresentador de "Morango" e classificando o Casinha Games como um "um curso profissionalizante, para capacitar jovens de baixa renda no mercado de trabalho, aprendendo programação, design gráfico, criação de roteiro, produção musical etc."

O secretário apontou ainda que não deixaria de financiar a iniciativa "para dar dinheiro para ex-colega famoso". "Vai esperando", concluiu.

A Lei Paulo Gustavo propõe a entrega de R$ 3,8 bilhões pela União a estados e municípios para aplicação em ações emergenciais que visem combater e mitigar os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre o setor cultural.

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