Segundo estudo, pessoas bonitas são mais liberais quando se trata de sexo

Ser bonito proporciona maior liberdade sexual – Reprodução/Pixabay PublicDomainPictures

Pessoas fisicamente atraentes são mais mente aberta quando se trata de certos comportamentos sexuais, aponta novo estudo. Publicada no Social Science Quarterly, a pesquisa indica que ter mais oportunidades de vivenciar experiências sexuais pode influenciar os padrões estéticos de uma pessoa.

Receba novidades sobre o mundo dos famosos (e muito mais) no seu Whatsapp

Os pesquisadores analisaram dados de duas grandes pesquisas americanas que abordam questões como liberdade civil, violência, intolerância, moralidade e outros tópicos. Descobriu-se que pessoas bonitas tem maior aceitação para o sexo antes do casamento, sexo LGBT e legalização do aborto, independentemente da situação.

Outros estudos já afirmaram que os bonitos são mais bem pagos, melhores avaliações em questões não ligadas à beleza e até recebem mais votos em eleições. Quando se trata de relacionamentos, isso é ainda mais forte e eles têm chances maiores de “se darem bem” no sexo, o que os torna mais liberais.

Leia mais: Paola Carosella fala sobre autoestima: ‘Se os outros me acham ou não bonita, pouco importa’

“Uma maneira alternativa de interpretar essas descobertas é que a pessoa que tem uma boa aparência acha que consegue se safar ao dar suas opiniões morais enquanto as demais têm de fingir obedecer às convenções sociais”, disse Robert Urbatsch, que lidera o estudo.

Mas independente da aparência física, a traição é um tópico reprovado por todas as pessoas. E vale lembrar que a definição de beleza é muito ampla e muitas pessoas consideradas fora de certos padrões podem buscar alternativas para alcançar uma aparência mais interessante.

“Uma coisa ajuda a outra. Uma pessoa inteligente pode até aparentar ser mais bonita do que é. E uma pessoa resiliente não vai cansar de buscar seus objetivos, seja com exercício físico, dieta ou uso de tecnologia. Tudo isso pode tornar a aparência dela mais interessante”, completa Robert.