Eduardo Bolsonaro exalta Bocardi: "Sincericídio não é tolerado na Globo"

Foto: Reprodução/Instagram/Globo/@bolsonarosp

Rodrigo Bocardi mostrou no telão do ‘Bom Dia São Paulo’ centenas de mensagens de internautas reclamando que suas consultas foram canceladas em postos de saúde e até hospitais de convênio médico por causa da pandemia. O jornalista, então, cobrou uma solução das autoridades e afirmou que outras doenças também precisam de tratamento, pois não dá para olhar somente para os casos de Covid-19.

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Na sequência, o apresentador citou o caso de um senhor que foi atropelado e entrou nas estatísticas de mortes por coronavírus mesmo testando negativo para a doença. “O exame dele deu negativo duas vezes, ele morreu e entrou para os índices de Covid. Qual é a real? As pessoas estão morrendo de outra coisa e é Covid? Nós precisamos ter essa clareza”, afirmou Rodrigo.

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O comentário do jornalista empolgou apoiadores de Jair Bolsonaro (sem partido). A maioria é contra o isolamento social e gostou do que Bocardi falou ao vivo. No Twitter, Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, escreveu que se preocupa com o emprego dele a partir de agora.

“Sincericídio não é tolerado na Globo. Temo pelo emprego do jornalista Rodrigo Bocardi por ter falado essas verdades e criticado a cobertura sobre o COVID na própria TV em que trabalha, a Globo”, escreveu o deputado. O cantor Eduardo Costa concordou com o filho do presidente nos comentários: “Pela primeira vez vi um cara de DEUS nesse jornal.”

Antes de fazer o comentário que foi aprovado pelos apoiadores do presidente, Rodrigo Bocardi exibiu o comentário de uma mulher defendendo o isolamento social e o cancelamento de consultas que não sejam urgentes. Ela dizia que não adianta generalizar ou atacar as secretarias de saúde, pois o governo federal já faz isso.

O jornalista, porém, rebateu o comentário. “Não vamos politizar, entrar no mérito de um ou de outro. São muitas pessoas que escrevem para a gente e concordam com essa situação, que é você não parar a sua vida porque você pode pagar um preço lá na frente. É com responsabilidade. Tem que fazer seu exame, seguir o seu tratamento, não deixar de ir para a sua consulta. A gente exibiu aqui uma entrevista com o secretário estadual da saúde falando que as pessoas têm que continuar seus tratamentos. Há um reconhecimento, só falta fazer as coisas acontecerem”, explicou.