Review | Pantera Negra: Wakanda Para Sempre

A expectativa para Pantera Negra: Wakanda Para Sempre era particularmente diferente em relação às demais sequências do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU). É daqueles filmes em que fatores externos são tão (ou mais) importantes quanto a trama em si.

Chadwick Boseman nos deixou precocemente. Como a Marvel Studios vai lidar com isso em tela? Como será feita a homenagem? Quem seguirá com o legado do herói, que protagonizou um dos capítulos mais importantes e históricos desse universo compartilhado, chegando até mesmo a concorrer ao Oscar?

Quem assumirá o manto do Pantera Negra no MCU é um dos questionamentos, mas não o central. Esse, eu diria, é como a falta de Boseman será sentida em Wakanda Para Sempre – e a resposta vem logo na vinheta da Marvel Studios no início. Os primeiros segundos já ditam o tom de luto, saudade e a importância insubstituível de Boseman, cuja presença é mais sentida do que nunca por aqui. Ele não precisa ser citado para ser sentido.

E, honestamente? Os “porquês” não são o mais importante, e sim os “como”.

Um novo reino para o MCU

E se o primeiro Pantera Negra (2018) nos convidou à Wakanda, este segundo filme nos chama para mergulhar ao Reino de Talocan, lar de Namor. A casa dos wakandanos já era um deleite visual, mas Talocan consegue ser ainda mais deslumbrante – por lá, acontece minha cena favorita, de encher os olhos e ouvidos ao mesmo tempo, uma volta ao passado para compreender o presente.

Até que passamos um bom tempo em Talocan, mas...

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