Revelação do jornalismo, Mari Palma não busca status de celebridade: 'Muito estranho'

(Foto: Ramon Vasconcelos/Globo)

Ela mudou a cara do jornalismo da Globo. Mari Palma ficou conhecida em 2015 com o boletim de notícias “G1 em 1 minuto”. Elogiada pelo público por sua espontaneidade, a jornalista migrou para o esporte em 2018, mas não se destacou na função e foi transferida para o “Mais Você”, onde voltou a roubar a cena.

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Mesmo com as mudanças, fases boas e ruins, a jornalista se tornou celebridade desde sua estreia na TV. Nas ruas, as pessoas pedem fotos, falam que querem copiar seus looks e a moça já ganhou até fã-clube nas redes sociais. Tímida, ela explica que ficar nos holofotes nunca foi uma intenção, mas é grata pelo carinho que tem recebido de quem acompanha seu trabalho.

“Não acostumei com isso ainda. Fico tensa para dar entrevistas e acho muito estranho quando me abordam. Tento evitar esse rótulo de celebridade porque sou jornalista, vivo minha vida normal, trabalho normal. A fama é uma coisa que está acontecendo, sim, mas não é algo que busquei. Quando comecei na Globo, só queria trabalhar e fazer o que amo”, afirma.

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O jeito leve de passar informação e a postura mais descontraída chamou atenção desde a primeira vez que Mari apareceu à frente do G1. Ela acredita que de alguma maneira as pessoas se identificaram e por isso o assédio ficou maior para o seu lado do que para o de tantos outros profissionais do jornalismo da Globo. “O meu trabalho abriu espaço para todo mundo ter coragem de ser quem é. Isso, pelo menos, é um retorno que recebo muito”, diz ela.

Amadurecimento

(Foto: Reprodução/Globo)

De 2015 para cá, Mari Palma amadureceu como jornalista de TV. Ainda que o período no esporte não tenha demonstrado um saldo positivo, ela explica que serviu de aprendizado e a fez olhar para quem trabalha nesta área com mais admiração.

“Foram muitos desafios. Aprendi muito. Acho que foi a fase que mais aprendi em toda a minha carreira. Saí de lá muito fã de quem trabalha com esporte. Hoje olho para as pessoas que trabalham com futebol com outros olhos porque são profissionais incríveis. Não é fácil acompanhar o dia a dia dos times, ir atrás das histórias. As pessoas não têm noção nenhuma. Tenho muito a agradecer por tudo o que me ensinaram”, resume.

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Embora não apresente mais o “G1 em 1 Minuto”, ela também afirma que não tem a pretensão de se colocar como a pioneira do estilo e diz ficar alegre em saber que o estilo agradou ao ver que a ideia já chegou em outras emissoras, como o “Boletim R7”, lançado recentemente na Record e acusado de ser uma cópia do trabalho da Globo.

Apaixonada

Em 2017, Mari Palma e o também jornalista da Globo, Phelipe Siani, engataram um namoro. Desde então, os repórteres fazem declarações de amor nas redes sociais, compartilham fotos de viagens e trocam experiências da profissão. Sobre o futuro, a moça não quis adiantar os planos, mas não economizou nos elogios ao falar do companheiro.

“Ele é o maior presente que a profissão me deu”, afirma Mari. Os dois se conheceram no trabalho, e a jornalista acredita que por terem rotinas muito puxadas, namorar com quem entende os desafios da profissão faz toda a diferença.

“É muito legal você estar com alguém que também tem horários difíceis, que te entende mesmo. A gente deu match, sabe? Estou muito feliz e acho que tenho sorte de estar com ele porque aprendo muito todos os dias e em todas as áreas”, garante.

Sempre na moda

A jornalista marcou presença nos três dias de Lollapalooza (Foto: Thiago Duran/AgNews)

Mari Palma, que marcou presença nos três dias do festival Lollapalooza, aproveitou para falar sobre moda, já que seus looks são sempre elogiados nas redes sociais e várias de suas camisetas fazem sucesso. “Isso é muito louco porque o mais importante é estar confortável e sempre valorizei isso. Abro meu guarda-roupa, vejo o que tenho e visto”, diz ela, que não segue dicas de estilistas.

“Não tenho alguém para me vestir ou fazer minha maquiagem. Faço tudo sozinha. Acho que é aquela coisa de autenticidade. No primeiro dia do Lollapalooza, por exemplo, vim mais arrumadinha. No segundo dia vim de calça e camiseta e hoje (domingo) optei por esse look preto e branco. Acho que vai muito do dia. Vou no meu armário e em meia hora resolvo”, conta.

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Fã da banda britânica Artic Monkeys, Mari diz que aproveitou o festival de música como fã, daquelas que vibram e cantam junto todas as músicas. No segundo dia, a diva das reportagens curtiu o som de Lenny Kravitz e Kings of Lion, mas não faltou no último dia de Lolla para ver Iza, Gabriel Pensador e o queridinho Kendrick Lamar.