"BBB": Os maiores "vilões" de todas as edições

·5 min de leitura

A 22a edição do BBB se aproxima e o público está ansioso para descobrir quem são os novos participantes. A partir do dia 17 de janeiro, o programa volta ao ar com os 20 novos escolhidos para disputar o prêmio de R$ 1,5 milhões.

Todos os anos, o diretor Boninho e sua equipe fazem uma varredura pelo Brasil buscando as personalidades mais excêntricas. O objetivo é encontrar o elenco perfeito, que consiga sustentar o programa nos três meses no ar.

Assim como mocinhos, que usam o bom coração para conquistar o público, a casa também recebe muitos jogadores que não medem esforços para ganhar o prêmio. Em mais de 20 edições, vários participantes deixaram o confinamento cancelados pelo público. Relembre os maiores vilões que passaram pelo BBB.

Adriano de Castro (BBB1)

Na primeira edição do reality show, lá nos anos 2002, os participantes não tinham ideia do que esperavam por eles. O artista plástico Adriano entrou com o objetivo de levar os R$ 500 mil reais oferecidos na época. No entanto, suas estratégias não agradaram o público. Uma curiosidade, foi o baiano que renomeou o momento em que o público escolhe quem deve sair de "berlinda" para "paredão". O ex-participante disse em uma live recente que se arrependeu de ter criado o termo.

"Porque não ganho um real. Isso está na boca do povo há 20 edições, se tornou gíria fora do 'Big Brother'. No paredão, você morre ou sai ferido. Nunca tive pretensão de que o programa iria adotar oficialmente o nome", declarou.

Adriano Castro do BBB 1
Adriano Castro do BBB 1

Tina (BBB2)

Lendária e icônica. Quem não se lembra da loira de pijama com duas tampas de panela, acordando a casa toda cantando: "Ai, ai, ai, ai, em cima, embaixo, puxa e vai" para não deixar ninguém dormir". É assim que Tina é eternamente lembrada por sua participação na segunda temporada do programa. Ela não durou muito e saiu no segundo paredão.

Marcelo Dourado (BBB4)

Com jeito de bad boy, explosivo e machão, o lutador Marcelo Dourado foi indicado pela própria namorada no programa, Juliana, e acabou deixando a atração na quarta temporada. Ele saiu com forte rejeição do público e contou que passou dificuldades para se estabilizar profissionalmente. Seis anos depois, Dourado voltou para a 10a edição do programa e acabou campeão.

Rogério Padovan (BBB5)

Articulado e esperto, Rogério Padovan, o Dr. Gê, formou sua própria panelinha, armou ciladas para os concorrentes Jean Wyllys, Tati Pink e Grazi Massafera, mas acabou se dando mal no BBB5. O médico amargou 92% dos votos de rejeição do público, um recorde para a época, e ganhou fama de vilão.

Alberto Caubói (BBB7)

Participante da 7a edição do programa Alberto até conseguiu uma certa simpatia com o público, mas colocou tudo a perder ao se voltar contra Diego Alemão e Íris Stefanelli. Ele foi um dos responsáveis por separar o casal ao colocá-los juntos no paredão. O público ficou decepcionado. Foi a partir dai que a direção do reality criou a votação do paredão com três participantes.

Marcelo Arantes (BBB8)

Sem papas na língua, o médico psiquiatra brigou com praticamente a casa toda. Na época, ele aproveitou a exposição para falar sobre sua homossexualidade, mas nem isso cativou o público, fazendo dele o vilão da edição.

Ana Paula Renault (BBB16)

Polêmica e marcante, Ana Paula levou o título de vilã da edição mais querida, com um grande fã-clube a seu favor. Além de criar o bordão "Olha elaaa", ao voltar de um paredão falso, Ana Paula desafiava o participante Renan. Ela acabou sendo expulsa após dar um tapa no rosto do rapaz durante uma festa.

Marcos Harter (BBB17)

Um dos participantes mais controversos da história, a passagem de Marcos Hater pelo BBB17 foi marcada por atitudes explosivas e abusivas. Ele viveu um romance com a campeã, Emily Araújo, mas protagonizou cenas de agressões psicológicas contra a participante. Ele foi expulso do programa após Emily falar sobre as agressões para a equipe do programa. Marcos chegou a ser indiciado pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.

Patrícia (BBB18)

A participante causou tanto que recebeu 94% dos votos em um paredão com Daniel e Caruso, recorde desbancado apenas por Nego Di com 98,70% dos votos no BBB21. Rival de Gleici, a campeã da edição, Patrícia acabou desagradando o público com a forma como manipulava votos.

Paula Sperling (BBB19)

A campeã do BBB19, também foi escolhida a grande vilã da edição. Bacharel em direito, a mineira conquistou parte do público com sua espontaneidade, mas não economizou nas atitudes de racismo e preconceito. Paula chegou a ser indiciada pela Justiça por comentários de intolerância religiosa contra o participante Rodrigo. Na ocasião, ela disse que tinha medo do colega por ter “contato com esse negócio de Oxum”. Paula ainda causou a expulsão da amiga Hariany Almeida no penúltimo dia de confinamento, após irritá-la durante uma briga e levar um empurrão.

Felipe Prior (BBB20)

Mimado, estouradinho e mandão, Felipe Prior conquistou uma legião de fãs, mas foi considerado o vilão da edição. Seu comportamento machão, no entanto, foi atenuado pela amizade com o participante Babu Santana.

Karol Conká (BBB22)

A vilã mais rejeitada de todas as edições, Karol saiu com 99,17% dos votos. A cantora era uma promessa no reality, mas acabou se perdendo no jogo. Dentro do confinamento, a rapper teve atitudes preconceituosas, fez comentários xenofóbicos e abuso psicológico em cima dos participantes Lucas Penteado, que desistiu do programa. Karol foi a quarta eliminada da temporada, ela perdeu seguidores nas redes sociais e foi cancelada pelo público. Para limpar sua imagem, a cantora se recolheu, participou de um documentário sobre o cancelamento e pediu desculpas publicamente.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos