Redução no elenco garante economia milionária ao Palmeiras

Deyerson era dono do maior salário entre os que saíram: R$ 600 mil mensais (Bruno Ulivieri/Agif)

Quase R$ 32 milhões somente em 2020. É essa a economia que o Palmeiras terá com a saída de nove jogadores que fizeram parte do elenco na temporada passada e que acabaram dispensados, vendidos ou emprestados. A redução na folha salarial chega a R$ 2,46 milhões por mês.

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Saíram Fernando Prass, Edu Dracena, Antônio Carlos, Thiago Santos, Hyoran, Deyverson, Borja, Carlos Eduardo e Henrique Dourado. O volante Matheus Fernandes ainda pode ser negociado com o Barcelona B, enquanto Jean e Guerra procuram por interessados.

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Importante: o Verdão havia criado uma cartilha com sete prioridades e as quatro primeiras eram as seguintes: 1- vender jogadores; 2- reduzir a folha salarial; 3- reduzir o elenco; 4- aproveitar a base. E os quatro itens têm sido seguidos a risca.

Incluindo o 13º salário, a economia do Palmeiras com as saídas chega a R$ 31,98 milhões por ano. Tal valor paga mais de um mês e meio da folha alviverde.

Graças à economia, o Palmeiras já se sente mais confortável do ponto de vista financeiro para buscar reforços. O principal alvo é Rony, atacante do Athletico. Outro nome que surgiu nas últimas horas é Matías Viña, lateral-esquerdo do Nacional. O jogador, de 22 anos, também é especulado no Milan, da Itália.

A ECONOMIA ALVIVERDE:
Fernando Prass: R$ 210 mil por mês de salário
Edu Dracena: R$ 220 mil
Antônio Carlos: R$ 230 mil
Thiago Santos: R$ 250 mil
Hyoran: R$ 200 mil
Deyverson: R$ 600 mil
Borja: R$ 550 mil
Carlos Eduardo: R$ 200 mil
Henrique Dourado: 0*
* salários eram pagos pelo Henan Jianye

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