Em tempos de ódio, Carla Diaz sobre redes sociais: “É difícil se sentir blindada”

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Consciente sobre os ataques de haters na web a atriz aprendeu a lidar com a situação
Consciente sobre os ataques de haters na web a atriz aprendeu a lidar com a situação

Com mais de 9 milhões de seguidores nas redes sociais, Carla Diaz é uma pessoa influente, e todos estão de olho no que ela faz, no que ela compartilha. Em entrevista à revista ‘Glamour’, na edição deste mês de outubro, ela falou sobre como é ter que lidar com os haters, e as consequências de ser referência para muitos jovens.

Na entrevista, ela começou dizendo que é muito difícil não ser alvo de ódio. “É difícil se sentir blindada. É preciso ser muito frio, coisa que eu não sou. Vamos aprendendo a lidar, mas é claro que, um comentário ou outro, nos atinge. Se não atingisse, seria até estranho... Eu sou emoção, acho que é isso que me faz ser artista. E é triste ver esse destilar de ódio gratuito, porque o hater não tem nenhum motivo, mas o prazer dele é destilar o ódio. Hoje eu lido melhor. Busco priorizar os comentários legais, o amor dos fãs, o que é bom. E tento deixar de lado o que não é legal. Mas isso é um exercício. Nem sempre é possível”, disse.

A ex-BBB tem consciência sobre os efeitos em seu emocional por conta dos comentários que nem sempre são agradáveis. “Eu estou mais ativa nas redes nesse último ano. Já tive altos e baixos. De verdade. As redes podem te levantar ou derrubar. E é preciso ter esse amadurecimento emocional para estar nelas. Hoje eu me sinto mais madura e consigo administrar bem as redes sociais. Mas eu sou humana. Tem dias que as redes me abalam sim. Aí eu dou aquela choradinha, respiro, lembro quem eu sou, lembro os meus 29 anos de trabalho, as pessoas legais que tenho ao meu redor, meus fãs incríveis e volto”, contou.

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Em relação à responsabilidade com suas seguidoras que se inspiram nela, Carla pontuou que sempre soube sobre o lugar da figura pública. “Mais do que interpretar uma boa influência, eu sempre quis ser de verdade. E eu sou a mesma pessoa nas redes e fora delas. Mas o poder da influência, eu acho que ele ficou mais evidente neste ano, porque tudo ficou gigante”.

Sobre o poder da web, ela disse: “Eu lancei uma coleção de lenços e em cinco horas esgotou. E mais do que o lado comercial, eu entendo essa responsabilidade com essas pessoas, porque é uma troca. Eu acredito na troca. Eu aprendo com eles. E eles aprendem comigo. Um exemplo verdadeiro disso é que, quando descobri o câncer na tireoide, quem me indicou o médico da biopsia foi uma seguidora. E foi fundamental no meu processo. Eu tento retribuir o que eles fazem por mim”.

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