Recuperado de lesão, meia-atacante do Flamengo volta aos treinos após nove meses

LANCE!
·2 minuto de leitura


Foram mais de nove meses de recuperação de uma lesão no tendão do calcanhar direito e uma cirurgia no local, em fevereiro, mas Thiago Santos, enfim, está novamente treinando no Ninho do Urubu. O meia-atacante voltou a integrar as atividades da equipe Sub-20 rubro-negra a fim de retomar a forma física, por mais que já não tenha idade para disputar os torneios da categoria. Aos 25 anos, o atleta vê seu futuro longe do clube que o revelou.

O contrato de Thiago Santos é válido até dezembro de 2020, e, sem ser procurado pela diretoria, o meia-atacante não seguirá no Flamengo a partir de janeiro. Formado nas divisões de base do clube, o jogador soma nove partidas pelo time profissional, entre 2015 e 2019, tendo um empréstimo ao Mumbai City, da Índia, entre 2017 e 2018.

Formado nas categorias de base do clube carioca, Thiago surgiu como promessa em 2015. De lá para cá sofreu com lesões e passou por mais duas cirurgias no joelho esquerdo, além desta última lesão no tendão do calcanhar direito. O meia estava em negociações avançadas para ser emprestado ao Oeste-SP quando se machucou. O atleta falou sobre “ano muito difícil” que teve e de como encarou a terceira cirurgia na carreira, além de projetar a sequência como jogador.

- Foi uma recuperação difícil em que tive que me dedicar ao máximo para conseguir regenerar o calcanhar. Na maior parte do tempo tive que treinar em dois períodos e pude usufruir de todo o suporte que o Flamengo possui, tanto dos profissionais do DM quanto dos equipamentos. Graças a Deus conseguimos regenerar e hoje posso falar que me sinto bem e 100% para voltar a treinar. Quero voltar a pisar em campo o quanto antes para poder correr atrás do tempo que fiquei fora. Me sinto preparado para isso. Sei que Deus planejou coisas gigantescas para o meu futuro - disse, antes de completar:

- Passei por um ano muito difícil. Me vi tendo que me fortalecer tanto fisicamente quanto psicologicamente durante a pandemia. Por sorte tenho pessoas incríveis ao meu lado, como minha família e meus amigos, que me deram forças e suporte nesse período. Foi um dos anos que mais evolui psicologicamente por todas as dificuldades - finalizou o atleta.