Record ignora canonização de irmã Dulce e público reclama

Foto: Reprodução/Instagram (@obrasdeirmadulce)

A Record recebeu muitas críticas ao ignorar a canonização de Irmã Dulce, a primeira santa brasileira, no último domingo (13). A emissora do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, não falou sobre o assunto em nenhum de seus telejornais.

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Nas redes sociais, o público acusou o canal de intolerância religiosa e questionou a credibilidade de seus jornalistas. Afinal, na véspera da cerimônia no Vaticano, o assunto foi abordado em todas as outras emissoras, mas passou batido antes, durante e depois nos jornalísticos da Record TV.

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Segundo o levantamento do colunista Maurício Stycer, o ‘Jornal Nacional’ exibiu duas reportagens num total de 6 minutos e 20 segundos sobre o tema. O ‘SBT Brasil’, por sua vez, apresentou duas matérias ao longo de 6 minutos. O ‘Jornal da Band’ também falou sobre Irmã Dulce num total de 5 minutos e 22 segundos. Até o ‘RedeTV News’, que não teve cobertura no local, apresentou uma grande reportagem de 5 minutos e 40 segundos sobre a canonização.

Os telespectadores não pouparam críticas à emissora após o “boicote”. Em 2011, ano em que ocorreu a beatificação de Irmã Dulce, a emissora não deu muita atenção para o tema, mas pelo menos chegou a falar sobre o assunto.

Na manhã desta segunda-feira (14), a Record estreou o novo cenário do ‘Fala Brasil’. Além de críticas por ter ignorado a notícia, o público reclamou das cores do projeto gráfico. Muitos insinuaram que seria uma homenagem ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) por conta do patriotismo com as cores verde e amarelo.

Procurada, a comunicação da Record TV não comentou o assunto.

Confira a revolta dos internautas: