Príncipe Philip: machismo, xenofobia e mais momentos polêmicos dos 99 anos do consorte

O principe Philip, que morreu na última sexta-feira (9) e será sepultado neste sábado (17), ficou conhecido no cenário internacional por seu casamento com a rainha Elizabeth II, mas acabou atraindo para si atenção da mídia por suas falas polêmicas.

O duque de Edimburgo foi além de pequenas gafes, entrando em territórios políticos mais complexos com falas racistas, xenofóbicas e misóginas. A fama de rei das gafes era tanta que o príncipe foi tema de um livro, Prince Philip: Wise Words and Golden Gaffes, que reúne suas falas mais criticadas.

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Entre os espisódios mais polêmicos, estão a visita de Philip para a Austrália, quando o duque chegou a perguntar para líderes aborígenes se eles "ainda jogavam lanças"; em uma visita ao Quênia, perguntou para uma jovem se ela era mesmo uma mulher; em visita à China, avisou um grupo de estudantes britânicos que, caso eles permanecessem por mais tempo no país, ficariam com os "olhos puxados" definitivamente; quando visitou as Ilhas Cayman, questionou os habitantes se eles eram descendentes de piratas.

Em 1999, durante uma visita á uma fábrica em Edimburgo, questionou se um parafuso mal-colocado tinha sido "obra de um índio". Para uma jovem cadete de 24 anos, chegou a questionar se ela havia trabalhado como stripper.

Em 2013, Philip chocou a mídia ao dizer que crianças apenas iam para a escola porque os pais queriam tirá-las do caminho. O depoimento foi feito para Malala Yousafzai, que sobreviveu a uma tentativa de assassinato por parte do Talebã por advogar pelo direito de meninas de frequentarem a escola.

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