"Queria viver uma vilã", diz Pocah sobre vontade de ser atriz

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Pocah surpreendeu com o cabelo novo (Foto: Reprodução/Instagram/@pocah)
Pocah surpreendeu com o cabelo novo (Foto: Reprodução/Instagram/@pocah)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora e ex-BBB Pocah, 26, revelou que sonha em expandir sua carreira para a atuação. "Queria viver uma vilã para este cabelo loiro de agora. Pocah vilã. Tenho muita vontade de atuar. Inclusive, já falei isso com meus amigos e quem me conhece, muitas vezes", afirmou. 

Em entrevista a Quem, a artista contou ainda que Carla Diaz, 30, apoiou seu sonho e disse que daria dicas. "Quem sabe poderemos ver Pocah estudando e ingressando na carreira de atriz?", disse a cantora que afirmou querer ser uma artista completa. 

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"Procuro estar sempre em constante evolução. Busco ler muito e estudar, para evoluir não só como artista, mas como pessoa também. Não gosto de ficar em um lugar só, na zona de conforto. Nunca fui acomodada com nada", comenta, dizendo que a decisão de entrar no BBB 21 veio para melhorar a carreira. 

Ela também comentou que trouxe amizades do reality para fora do confinamento. Diz que, além de Carla Diaz, continua falando com Juliette Freire, 31, Camilla de Lucas, 26, e João Luiz, 24. "A gente se encontra sempre que dá. A Carla Diaz e a Juliette já vieram aqui em casa." 

"Eu me dou bem com todo mundo dessa edição. Até das brigas eu sinto falta. Ficamos com saudades daquela convivência intensa. Mas viver esse BBB aqui fora também é uma delícia", completou a artista. Recentemente, Pocah se mostrou triste e revoltada com o fato de sua nova música de trabalho "Muito Prazer" ter o alcance limitado pelo YouTube. 

Quando isso acontece, o vídeo não é divulgado a um grande número de pessoas, o que interfere diretamente na divulgação do conteúdo e no consequente ganho que isso traria. "A música se perde. Perde a mensagem principal dela, que é a liberdade da mulher. É até uma ironia", disse a cantora. 

Ela apareceu entre lágrimas, no Instagram Stories na noite da última sexta-feira (30), mesmo dia em que o clipe foi lançado. Ela reforçou que sente muito orgulho do trabalho que fez e disse que o conteúdo foi o mais caro de sua carreira. 

"Falo sobre o prazer feminino na música. Por que eu não posso falar disso em pleno século 21? Em 2021 uma mulher falando sobre seus prazeres assusta. E ver que não é com todo mundo que isso acontece...É bem seletivo", desabafou Pocah, questionando os critérios da plataforma para essa limitação. 

"Estou muito triste. Mais que tristeza, é revolta. No YouTube tem um monte de canais preconceituosos, racistas, propagando fake news e não são censurados", disse ela. "Não existe nenhuma cena pesada, de beijo, sexo, não existe nu", continuou. 

"É só uma mulher falando sobre a liberdade sexual, mas a mulher só pode rebolar a bunda e ser sexualizada. É isso? Quando ela fala, usa a boca, a voz, como eu usei, é censurada", lamentou Pocah, que finalizou com uma mensagem sobre liberdade feminina. 

"Quero ser livre para cantar o que eu quiser, falar o que eu quiser. Nós mulheres, não devemos permitir essa imposição de limites o tempo todo. Não aceito isso e agora sinto vontade de fazer o dobro do que foi planejado porque ninguém vai me parar. Estou muito triste, estou revoltada e com uma grande sensação de impotência", encerrou. 

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