Quais os perigos com o Pix se seu celular for roubado?

Redação Finanças
·2 minuto de leitura
Divulgação/Banco Central

Muita gente está preocupada que com o Pix, novo meio de pagamento do Banco Central (BC), criminosos podem ter mais incentivo a roubarem celulares e poderão facilmente fazer transações com dados pessoais como chave Pix. Segundo o BC, que é dono da tecnologia, o medo é infundado. Mas é preciso ter cuidado com os dispositivos da mesma forma que se tem hoje com os aplicativos de bancos.

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O Pix é um meio de pagamento assim como boleto, TED, DOC, transferências entre contas de uma mesma instituição e cartões de pagamento (débito, crédito e pré-pago).

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A segurança desse sistema foi desenvolvida pelo próprio Banco Central, que garante que todas as transações ocorrerão por meio de mensagens assinadas digitalmente e que trafegam de forma criptografada, em uma rede protegida e apartada da Internet.

Segundo o BC, caso um criminoso tenha acesso a um celular não conseguirá fazer nem receber um Pix em nome da vítima. Isso porque, para fazer uma transação via Pix é preciso entrar no celular e logar no aplicativo da instituição que mantém a conta. Isso demanda ser capaz de desbloquear o celular, acertar a senha do aplicativo e acertar a senha da conta. O mesmo que já acontece com as transações tradicionais.

O BC também esclarece que a chave Pix só serve para receber dinheiro. Ou seja, com a posse da chave Pix de alguém só é possível dar dinheiro para pessoa, e não tirar. Por isso, compartilhá-la é seguro. E muitas informações já eram necessárias em outras transações financeiras tradicionais.

“Chave e senha são coisas diferentes. A chave está para o Pix como o CEP está para um endereço. A chave tão somente resume em um dado só aquele monte de informações para identificar a conta (agência, conta, nome do banco, nome do cliente, CPF/CNPJ)”, informou o regular em nota.

Se a preocupação for de compartilhar uma informação pessoal por outros motivos é possível usar uma chave aleatória. Mas a instituição ressalta que já é uma prática comum do varejo pedir dados como CPF, para restituição de imposto, por exemplo, ou e-mail e telefone para cadastro.

Do EXTRA

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