Projeto social já distribuiu mais de R$ 1,9 mi em criptomoedas no país

Redação Finanças
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O Celo Dollar (cUSD) - criptomoeda que tem valor equivalente ao dólar - é usado para fazer as transações
  • A plataforma de financiamento coletivo impactMarket já distribuiu cerca de R$ 350 no país

  • Quem recebeu o valor foram famílias em situação vulnerável

  • A transação é feita com criptomoeda

Em meio à pandemia, a plataforma de financiamento coletivo em blockchain impactMarket já foi responsável por distribuir cerca de US$ 350 mil (R$ 1,93 milhão na cotação atual) para pessoas em situação vulnerável desde setembro de 2020 em 19 estados. E tudo isso foi pago em forma de criptomoeda. As informações são da Exame.

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A plataforma é focada na erradicação da pobreza e distribuição de renda para quem precisa. Para participar, projetos sociais se cadastram e ficam disponíveis para doação em todo o mundo. O Celo Dollar (cUSD) - criptomoeda que tem valor equivalente ao dólar - é usado para fazer as transações.

Segundo a Bitfy, os beneficiados ganham entre US$ 1 e US$ m média no Brasil. Um exemplo citado é de uma comunidade na Bahia, com mil famílias e cerca de R$ 250 pagos mensalmente.

Como funciona

O dinheiro pode ser mandado a quem precisa por meio da parceira Bitfy ou outra carteira com suporte à cUSD e que dê acesso acesso a transferências tradicionais, como pagamento de boletos, contas e até mesmo recarregar o celular. Como a Bitfy, por exemplo, tem parceria com Rappi e iFood, dá para pedir comida em casa com as criptomoedas.

"Fizemos as pessoas entrarem dentro da economia real, com o objetivo de tirar as pessoas da vulnerabilidade e desenvolver o local em que elas moram", afirma Lucas Schoch, o CEO da carteira digital de criptomoeda Bitfy à CNN. "Queremos que todos aproveitem a tecnologia das criptomoedas, e não só como uma forma de investimento.”