"Prévia" do PIB tem alta de 1,7% em fevereiro, mas queda em 12 meses é de 4%

Redação Finanças
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Combine harvesters crop soybeans in a field at Salto do Jacui, in Rio Grande do Sul, Brazil, on April 7, 2021. - Rio Grande do Sul is the third-largest state producer of grain in the country, which is the world's largest producer of soy. According to the Ministry of Agriculture, production should reach a new record, estimated at 135.5 million tons, approximately 8.6% more tons than the 2019/20 harvest. (Photo by SILVIO AVILA / AFP) (Photo by SILVIO AVILA/AFP via Getty Images)
O IBC-Br serve para investidores e empresas estudarem e adotarem medidas de curto prazo. No entanto, não reflete, necessariamente, o resultado anual do PIB
  • O indicador do BC é visto pelo mercado como uma antecipação do resultado do PIB

  • O IBC-Br serve para investidores e empresas estudarem e adotarem medidas de curto prazo

  • O indicador leva em conta setores como agropecuária, indústria e serviços

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), uma espécie de "prévia" do PIB teve alta de 1,7% em fevereiro na comparação com o mês anterior, segundo o Banco Central. 

Em janeiro, o avanço foi de 1,04%. Na comparação com fevereiro de 2020, o IBC-Br subiu 0,98%, mas ainda acumula queda de 4,02% nos últimos 12 meses.

Considerando os meses de janeiro e fevereiro de 2021, o indicador acumula avanço de 0,23%. 

O que é o IBC-Br

O indicador do BC é visto pelo mercado como uma antecipação do resultado do PIB. Ele é divulgado mensalmente pelo Banco Central; já o PIB é divulgado a cada três meses pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). 

O IBC-Br serve para investidores e empresas estudarem e adotarem medidas de curto prazo. No entanto, não reflete, necessariamente, o resultado anual do PIB. 

O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis importantes para o desempenho da economia, como agropecuária, indústria e serviços.