Preta Gil lembra nudez em capa de CD: "Parecia que eu tinha matado alguém"

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A cantora Preta Gil. Foto: reprodução/Instagram/pretagil
A cantora Preta Gil. Foto: reprodução/Instagram/pretagil

Na época em que posou nua na capa de seu primeiro álbum, “Prêt-à-Porter”, lançado em 2003, Preta Gil precisou lidar com uma enxurrada de críticas. Convidada do “Sterblitch Não Tem Um Talk Show: O Talk Show” do último sábado (15), a cantora lembrou a repercussão e afirmou que hoje sua atitude seria encarada de outra forma.

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“Capa nua foi um escândalo, parecia que eu tinha matado alguém. Eu me lembro que era muito só. Eu falava de coisas que as pessoas me olhavam e ficavam: ‘Do que você está falando?’”, desabafou.

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Em seguida, ela analisou as razões das mudanças na sociedade: “Hoje, todo o meu discurso de 18 anos atrás é chamado de empoderamento. E isso se dá justamente da gente ir se identificando, comunicando e criando grandes elos”.

Preta afirmou que ela mesma só “tomou consciência do femininismo” há cerca de uns 10 anos.

“Sempre que eu senti qualquer tipo de opressão - e são camadas de opressão - você tem que ter uma força! Sempre fui de ir ‘no braço’. Meu primeiro episódio foi uma mistura de racismo com preconceito porque meu pai era artista e eu dei meu ‘showzinho’. Eu tenho isso na minha personalidade. Mas isso não é a regra, é a exceção. Por isso, que juntar vozes, se unir, criar coletivos consistentes, você vai quebrando a opressão”, opinou.

Preta Gil, nua, na capa de seu primeiro álbum, "Prêt-à-Porter". Foto: reprodução
Preta Gil, nua, na capa de seu primeiro álbum, "Prêt-à-Porter". Foto: reprodução

Exibindo seu novo visual, com cabelos cor de rosa, a cantora também falou sobre a discreta comemoração dos 46 anos em plena quarentena, no último 8.

“No dia mesmo, fiz um bolinho com a família, mas depois bateu um pouco errado. Achei que não podia comemorar, não sei o que aconteceu. Agora já foi, estou aqui e estou ótima”, disse.

No bate-papo, Preta elogiou a irmã Bela Gil e se derreteu pela neta, Sol de Maria: “Eu amo muito a minha irmã, acho ela revolucionária. Eu tenho um orgulho que explode! E o maior presente foi a minha neta. Ser avó foi algo que não dá para explicar”.

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