Presidente do Bahia avalia impacto da eliminação na Copa do Brasil

Sem a Copa do Brasil, Roger Machado só comanda o Bahia na Copa do Nordeste (Jhony Pinho/Agif)

“Tem impacto, mas é plenamente recuperável”. Foi desta maneira que o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, tratou a eliminação na estreia da Copa do Brasil - o time foi a primeira grande zebra da temporada ao perder para o River, no Piaui, por 1 a 0, na última quarta-feira.

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Em contato com o Blog, o dirigente assegurou que os salários e outros custos do Bahia estão e continuarão sem qualquer atraso. “É sempre uma luta diária, mas está tudo em dia”, explica Bellintani.

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O Bahia havia estimado chegar até a quarta fase da Copa do Brasil. De acordo com o orçamento de 2020, a ideia era avançar pelo menos nas três primeiras fases, garantindo R$ 5,9 milhões de cotas na competição. Com a queda precoce, o Tricolor embolsou apenas R$ 1,1 milhão, deixando outros R$ 4,8 milhões no caminho.

“Em geral, somos conservadores nas projeções”, afirma o presidente, entendendo que é possível alcançar esse dinheiro desperdiçado com outras metas. O Bahia prevê R$ 30 milhões com vendas de atletas, além de alcançar a semifinal da Copa do Nordeste, avanço em ao menos uma fase na Sul-Americana e a 12ª colocação no Brasileirão.

Vale lembrar que o Tricolor não era eliminado na primeira fase da Copa do Brasil desde 2008. No ano passado, o clube havia sido uma das boas surpresas, eliminando o São Paulo e chegando até as quartas de final.

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