Príncipe Charles deve cortar Harry e Meghan do orçamento real, diz autora

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A biógrafa real Angela Levin, analisa que o príncipe Charles, 72, pode cortar da família real seu filho, príncipe Harry, 36, e Meghan Markle, 39, para economizar dinheiro. A relação do casal com os outros membros da realeza estão estremecidas desde a entrevista concedida à Oprah Winfrey. Levin escreveu livros sobre a princesa Diana e Harry, e concedeu uma entrevista ao programa TalkRadio. Durante a conversa, a escritora avaliou quais seriam os próximos passos da família real após a morte do príncipe Philip, que ocorreu no início de abril. As decisões serão tomadas em uma reunião da alta cúpula da Coroa britânica, liderada pelos príncipes Charles e William. Segundo o Daily Mail, a ação analisada por Levin tornaria a esfera de pessoas que vivem com o dinheiro da monarquia menor. Quem continuaria a receber os bens seriam apenas a Rainha Elizabeth 2ª, Charles e sua esposa Camilla, William, Kate e seus filhos George, Louis e Charlotte, atuais membros sênior da realeza. Com essa medida, os outros membros da família seriam incentivados a buscar por atividades remuneradas. A medida não visaria apenas cortar gastos, mas também dinamizar a monarquia, assim como príncipe Phillip fez, de certa forma. Porém, no caso de Charles, as mudanças seriam voltadas para a esfera econômica, e menos midiáticas e tecnológicas. "O príncipe Charles há muito tempo deseja reduzir a monarquia para economizar custos e fazer as pessoas valerem o dinheiro que recebem do contribuinte", conta a autora. Levin também acredita que este seria o ponto em que o duque e a duquesa de Sussex não teriam mais laços com a realeza. "Eu imagino que pode ser quando Harry e Meghan são dispensados de serem membros da família real". O casal abdicou dos cargos no alto escalão da realeza no ano passado, e atualmente moram em uma mansão avaliada em R$ 83,7 milhões, em Santa Bárbara, Califórnia, nos Estados Unidos. Harry e Meghan são pais de Archie, de 1 ano, e esperam por uma menina que deverá nascer em junho deste ano. "Eu acho que a borda externa, que a rainha queria manter unida por muito tempo por razões sentimentais, que na idade dela não queria mudar particularmente, o que eu considero compreensível", explica Levin sobre as mudanças. Ainda segundo a autora, na reunião o príncipe Charles deve avisar que irá ter mais funções reais em decorrência da morte de seu pai. O futuro rei irá acompanhar sua mãe na abertura do Parlamento britânico, que irá acontecer no próximo dia 11. Para Levin, a rainha Elizabeth 2ª não irá abdicar do trono, mas deixará as decisões importantes sob responsabilidade de seu filho. "Acho que embora [a rainha] queira cumprir seus deveres, ela vai recuar ainda mais. Será difícil voltar depois da pandemia e de todo o isolamento. Na verdade, ela ficará grata por ele [Charles] assumir o controle, imagino, de grandes decisões em nome da família real", concluiu.