Polícia apura se veneno de naja foi usado para produção de drogas no DF

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Após ser encontrada, cobra naja foi para o Zoológico de Brasília (Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília)
Após ser encontrada, cobra naja foi para o Zoológico de Brasília (Foto: Ivan Mattos/Zoológico de Brasília)

A história da cobra naja ainda não acabou: agora, a Polícia Civil do Distrito Federal está apurando um possível uso do veneno do animal para produção de drogas sintéticas e alucinógenos. A informação é do portal Metrópoles.

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A investigação começou quando Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, estudante de veterinária, foi picado por uma cobra em Brasília. Ele chegou a ficar em coma e recebeu alta no dia 13 de julho. A família importou o soro antiofídico dos Estados Unidos.

Com de deflagração de operações policiais, foram encontradas 16 cobras de diversas espécies. Agora, a polícia suspeita que o veneno da naja tenha sido usado para produzir entorpecentes.

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Erison Abdala, delegado da Delegacia de Combate à Ocupação Irregular do Solo e aos Crimes contra a Ordem Urbanística e o Meio Ambiente, a rota de entrada das cobras no Distrito Federal está sendo mapeada. Ele ainda afirmou que estão apurando se o veneno das serpentes foi extraído.

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O Ibama multou o estudante de medicina em R$ 61 mil, além de a mãe e o padrasto terem de pagar R$ 8,5 mil cada um.

A Polícia Civil do Distrito Federal ainda investiga se houve crimes de maus-tratos e tráfico de animais. A suspeita é que Pedro Lehmkul integre uma organização de tráfico de animais exóticos na capital federal.

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