MP e Polícia realizam operação que mira superfaturamento na Saúde do RJ durante gestão Paes e Crivella

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Foto: REUTERS/Adriano Machado
Foto: REUTERS/Adriano Machado

O Ministério Público do Rio e a Polícia Civil realizam, nesta quarta-feira (23), uma operação que atinge o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas). Os agentes estão na rua para tentar cumprir cinco mandados de prisão. Eduardo Cruz, ex-controlador da organização é um dos alvos juntamente com Simone Cruz, sua esposa. As informações são da TV Globo.

Estão sendo cumprindo também 16 mandados de busca e apreensão, inclusive na sede do Iabas em São Paulo. As suspeitas levaram os investigadores a contratos firmados entre 2009 e 2019 com a o município do Rio de Janeiro que custaram a cidade R$ 4,3 bilhões durante as gestões de Eduardo Paes e Marcelo Crivella.

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Eduardo Cruz, conforme apuração da emissora, é suspeito de superfaturamento e contratação de laranjas para prestação de serviços. A investigação teria chegado a um “complexo esquema criminoso” que ajudaria a acobertar os valores desviados. Mais de R$ 6,5 milhões teriam sido movimentados durante as irregularidades

Segundo a emissora, Eduardo e Simone Cruz já foram presos em 2018, acusados de desvios milionários envolvendo empresa da área de biotecnologia.

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O Iabas também é investigado por suspeita de irregularidades na construção e na gestão de hospitais de campanha do governo estadual, construídos para auxiliar no combate à pandemia do novo coronavírus.

O Hospital de Campanha do Anhembi, em São Paulo, também é gerido pelo Iabas. A organização social possui outros contratos com a prefeitura de SP também na área da saúde.

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