PGE pede quebra do sigilo de Luciano Hang por supostos disparos em massa a favor de Bolsonaro

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Luciano Hang e Bolsonaro. (Foto: AP Photo/Eraldo Peres)
Luciano Hang e Bolsonaro. (Foto: AP Photo/Eraldo Peres)

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, voltou à mira da justiça eleitoral por suspeita de ter financiado, durante a campanha à presidência de Jair Bolsonaro, disparos de mensagens em massa via WhatsApp a favor do candidato.

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O caso pode caracterizar abuso de poder econômico e uso indevido de meio de comunicação social – formas de interferência nas eleições – em um processo que julga a cassação da chapa de Bolsonaro.

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As informações são da agência de notícias O Globo.

No último desdobramento do caso, a Procuradoria-Geral Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a quebra do sigilo bancário e fiscal de Luciano Hang, após ter recebido do WhatsApp um relatório que aponta “atividades anormais” que indicariam disparos em massa de empresas supostamente ligadas à campanha bolsonarista.

Com os novos documentos, o caso, que minguava por falta de provas, voltou a ganhar força, e o entendimento atual da PGE é que as investigações deverão ser aprofundadas.

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