Petrix é acusado de assediar Boca Rosa novamente e Flayslane no BBB 20

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Petrix Barbosa foi acusado novamente de cometer assédio sexual com Bianca, conhecida como Boca Rosa, e também com Flayslane, durante o Big Brother Brasil 20. 

Um vídeo mostra o esportista esfregando o quadril em Boca Rosa durante um abraço. Já durante a festa que aconteceu na madrugada desta quinta-feira (30), Petrix se aproximou de Flayslane quando eles estavam conversando na sala. Ele estava em pé, e ela sentada no chão.

O atleta, então, começou a rebolar na cabeça da participante com uma expressão que sugeria tesão. 

Antes disso, Barbosa já tinha sido acusado por internautas de pegar nos seios de Boca Rosa durante a primeira festa do reality, que aconteceu na sexta-feira (24). O público, na ocasião, pediu a expulsão do ginasta. 

O apresentador Tiago Leifert mencionou a polêmica após a primeira festa. Boca Rosa foi chamada ao confessionário e questionada sobre os fatos. Bianca disse que se lembrava de ter dançado um xote com Petrix e que ele a abraçou no final da música.

Após ser questionada se em algum momento havia se sentido incomodada com a abordagem do atleta, Boca Rosa foi categórica ao afirmar que não houve assédio, apenas uma tentativa do ginasta em animá-la. Após o depoimento, a produção decidiu manter o ginasta no programa.

GINASTA JÁ ACUSOU TREINADOR

Petrix já esteve do outro lado, e acusou o seu treinador de assédio. Em 2018, o ex-técnico da seleção brasileira de ginástica Fernando de Carvalho Lopes foi afastado de todas as atividades no Clube de Campo Mesc, após relatos de ginastas e ex-ginastas que o acusaram de abuso sexual.

Segundo reportagem do Fantástico, da TV Globo, 42 pessoas disseram ter sido vítimas de abuso físico, moral ou sexual pelo ex-treinador.

A reportagem partiu de um comentário no Facebook feito pelo ginasta Petrix Barbosa, ouro nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011, indicando a ocorrência de casos de abuso na ginástica brasileira.

De acordo com a matéria, os casos ocorreram ao longo de 15 anos, entre 2001 e 2016, a maior parte deles no clube Mesc, onde Lopes trabalhava.

Petrix relatou ter sido vítima de tentativas de abuso quando tinha dez anos. Segundo o ginasta, que afirmou ser um dos que mais sofreram com as investidas de Lopes, o técnico tomava banho com ele e chegava a dormir na mesma cama. "Já acordei com ele, não sei quantas vezes, com a mão na minha calça e eu conseguia tirar e dormir porque eu não ficava parado."