Polícia não encontra indícios de pedofilia em dispositivos de PC Siqueira

Patrick Monteiro
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PC Siqueira é investigado pela polícia (reprodução / instagram @pecesiqueira)
PC Siqueira é investigado pela polícia (reprodução / instagram @pecesiqueira)

O relatório da Superintendência da Polícia Ténico-Científica de São Paulo concluiu que não há registros de armazenamento, compartilhamento ou conversas de PC Siqueira com outras pessoas sobre pornografia de menores de idade.

Segundo informações publicadas pelo Estadão, o documento ainda diz que o youtuber e influenciador digital tampouco fez buscas em sites a respeito de assuntos sobre o tema. Ele é investigado pela polícia desde junho de 2020, quando uma suposta conversa foi publicada nas redes sociais.

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Mas um documento expedido pelo Instituto de Criminalística o tema pedofilia aparece em uma conversa de PC com uma pessoa identificada como Vanessa no QQ, um aplicativo que foi popular nos anos 2000.

Após ela mostrar a carteira estampada e uma cópia antiga do RG, Siqueira comentou: “Na verdade, eu sou pedófilo”. Em uma outra conversa ele mostrou seu quarto por uma câmera e ela comentou sobre os brinquedos que ele tinha. PC então disse que era para atrair menores de idade.

O relatório ressalta que nenhum dos diálogos tem um tom jogoso, ou seja, como se fosse piada. A expedição dos relatórios não encerra a investigação, que segue em curso.

À época do início do inquérito PC relatou que “jamais cometeu ou cometeria” o crime que estava sendo investigado e acusado. Com uma perda de patrocinadores e seguidores, ele se afastou das redes sociais e parou de publicar em seu canal no Youtube.

Posteriormente contou que buscou apoio psicológico e recentemente voltou a compartilhar seu dia a dia nas redes sociais e no Youtube e revelou que precisou fazer uma cirurgia séria na cabeça do fêmur e no quadril, que estavam necrosados. Ele chegou a pedir ajuda dos fãs para pagar seu plano de saúde.