Paulo Muzy dobra de seguidores após ser cancelado por seguir Bolsonaro

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O médico e atleta de fisiculturismo Paulo Muzy, 43, virou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais. Mas não foi por causa dos ensinamentos sobre saúde que passa ou por algum vídeo em que transmite mensagens positivas aos seguidores, mas por suas supostas preferências políticas.

Descobriu-se que o médico não segue Lula nas redes sociais. E ainda: Jair Bolsonaro e outros nomes da direita brasileira, como Carla Zambelli, fazem parte dos perfis que ele costuma acompanhar mais de perto. Com isso, Muzy começou a ser cancelado.

Em uma série de tuítes, Paulo Muzy diz que dobrou de seguidores por causa desse movimento. "Obrigado, haters, vocês são o melhor marketing", celebrou. Em outras mensagens, tentou explicar mais sobre seu posicionamento perante a tentativa de cancelamento.

"A verdade é uma só: Eu me dedico a esclarecer de 7.000 a 10 mil pessoas juntando Insta, Youtube e TikTok. Para querer me cancelar tem de fazer melhor que isso. Sabe quando vou me dobrar para gente que acha que muda o mundo ofendendo atrás de um celular?", começou.

"A maior força que existe, porém, não é a capacidade de ataque, é a de se tornar inabalável à agressão alheia", continuou.

"Eu não sigo Lula nem a esquerda por duas razões: nada que eles façam hoje muda minha vida porque estão fora do poder. E a segunda razão é porque, como a perda do poder causa síndrome de abstinência, seguir essa turma é ser exposto a um ódio diário que eu não tenho fígado para aguentar."

O podcaster Monark foi um dos que apoiaram Muzy contra o cancelamento. "E dai que o Paulo Muzy segue os Bolsonaro? Direito do cara. Num país que a outra opção é o Lula, não julgo ninguém que prefere o Bolsonaro", postou ele.

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