Paula Lavigne comenta treta com Piovani e diz que já foi bloqueada por Luan Santana em grupo de WhatsApp

Paula Lavigne publicou foto de biquíni por causa da treta. Foto: reprodução/Instagram/paulalavigne

Depois de ser mencionada, em tom de crítica, por Luana Piovani num vídeo que viralizou, a produtora Paula Lavigne deu uma cutucada de leve, postando foto de biquíni no Instagram. Mas a treta, segundo ela, para por aí. A empresária garante que não quer estender a confusão, assume que é a “chata dos grupos” e revela que já foi até bloqueada por Luan Santana no WhatsApp.

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“Claro que foi uma resposta irônica ao que ela disse. Mas não vou ficar por aí batendo boca com a Luana. Não é momento de brigar. Ela participava dos grupos em que eu mandava mensagens. Depois, saiu porque foi embora. E OK! Eu não peço para ninguém postar nada, posta se tiver vontade, se esta for sua causa”, justifica Paula, em entrevista ao jornal “Extra”.

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O bafafá começou quando Luana, agora morando em Portugal, reclamou que não poderia postar foto sua “bonita de biquíni”, por causa das demandas políticas do grupo de WhatsApp que participava junto com outros artistas. Mas a atriz não foi a única a se incomodar com as publicações de Paula.

“Luan Santana me bloqueou. Achou que fosse spam. Aí me encontrou e se desculpou e me desbloqueou. O Gabriel Braga Nunes me pediu para tirá-lo da lista. Nada tem que ser obrigatório”, contou, ela.

A empresária, no entanto, não vê problemas em quem quer ficar de fora das suas brigas. “Todo mundo cobrou uma posição da Ivete (Sangalo) na época das eleições. E ela disse que não entende nada disso e eu a defendo. Não tem que falar nada se não sabe”, disse.

Paula, que está em mais de cem grupos, diz que é “chata mesmo”: “Eu poderia ficar na minha. Sou rica, bonita, meus filhos estão criados, podia estar curtindo a vida. Mas não consigo! Moro numa cidade em que as crianças estão sendo mortas por bala perdida. Como ficar alheia a isso?”.

Segundo ela, a atual situação política no país, que coloca em risco produções culturais, entre outras questões importantes, exige que ela se manifeste. “Não vou me calar. O que está acontecendo é algo muito sério e precisamos nos mobilizar”, afirmou ela, que bloqueia os haters.