Paula, do "BBB19", defende Petrix, e Vanessa Mesquita rebate: "Nada justifica"

Paula Sperling no "Altas Horas". Foto: Fábio Rocha/divulgação/TV Globo

Acusada de racismo e intolerância religiosa no “BBB19”, a vencedora da edição passada do reality, Paula Sperling, saiu em defesa de Petrix Barbosa, recém-eliminado do “BBB20”. O ginasta prestou depoimento na Delegacia de Amparo à Mulher de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, por supostamente assediar participantes do programa.

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“Eu vejo agora, a questão do Petrix, porque ele veio de uma infância... Foi abusado pelo técnico, denunciou e tudo mais. Agora, eu vendo as pessoas massacrando... É perigoso ele cair numa depressão profunda. Agora, quando chega em Novembro Amarelo, todo mundo posta sobre o suicídio”, afirmou a bacharel em Direito, no palco do “Altas Horas” do último sábado (8).

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Outra campeã do reality, Vanessa Mesquita, do “BBB14”, no entanto, discordou da mineira: “Mas o ‘BBB’ é um programa de julgamento. Estamos lá para dar tapa a cara. Eu concordo com isso, do Petrix e tal, mas nada justifica a pessoa que ele está sendo com as meninas lá dentro”.

No Twitter, Paula reforçou sua visão sobre o ginasta, que foi criticado após tocar os seios de Bianca, que estava bêbada, em uma festa, e de esfregar a genitália em Flayslane, também alcoolizada, em outra confraternização. A produção do programa optou por manter o atleta no jogo, mas o público o eliminou com 80,27% dos votos num paredão quádruplo.

“Eu falei do PX porque eu tava falando do meu linchamento virtual, e ele me veio na mente (risos). Porque o povo paga de bom moço no Setembro Amarelo antissuicídio, mas fica aí linchando a gente quando sai da casa, como se fôssemos assassinos em série, e numa dessa que as pessoas ficam depressivas”, argumentou na rede social.

A mineira também não perdeu a oportunidade de alfinetar a ex-BBB Clara Aguilar, ex de Vanessa Mesquita. Ela trocou farpas na rede social mais cedo com a DJ e youtuber, a quem se referiu como “biscoiteira”.

A confusão entre as duas surgiu por causa de uma crítica feita por Clara, que comparou a mobilização nacional contra o machismo nesta edição do reality com a aprovação popular que rendeu o prêmio de R$ 1,5 milhão a Paula no ano passado, mesmo diante das acusações.