Paralisação do futebol é decisão puramente politica contra comissões médicas do esporte

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura
Reinaldo Carneiro e Bastos e João Dória, em 08 de julho de 2020, na volta do futebol. Dia 11 de março de 2021, o futebol é paralisado novamente em SP. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF
Reinaldo Carneiro e Bastos e João Dória, em 08 de julho de 2020, na volta do futebol. Dia 11 de março de 2021, o futebol é paralisado novamente em SP. Foto: Ettore Chiereguini/AGIF

O Governador de São Paulo, João Dória, anunciou a paralisação do futebol estadual de 15 de março até dia 30 de março. A decisão é puramente política, atendendo a pressão do Ministério Público. Hoje, profissionais do futebol são testados diariamente e não há nenhuma relação entre as realizações dos jogos com o aumento da pandemia.

Chegamos a 12 meses da disseminação do vírus e os governantes brasileiros, passando pelos âmbitos federais, estaduais e municipais, não conseguiram criar um plano sanitário e econômico para todo o país. Em março de 2020, a paralisação do futebol foi correta, com a antecipação das férias dos atletas, pelo desconhecimento que havia no combate ao CoronaVírus.

Leia também:

Agora, o futebol é massa de manobra apenas para ganhar holofotes. Os protocolos futebolísticos são rígidos, estabelecidos por comissões médicas, lideradas pelos Drs. Jorge Pagura e Moisés Cohen. As competições de 2020 foram realizadas e não houve comprovação científica de que a pandemia aumentou por causa disso.

Então, o blog deixa duas perguntas aos nobres causídicos.

Por que o MP não cobra as desativações dos hospitais de campanhas?

Por que o MP não cobra a vacinação em todo o país, hoje pífia pela incapacidade e politicagem dos nossos "governantes"?

O povo padece, mas uma das "soluções" é parar o futebol. Sem nexo. Sem resultados práticos. Pura politicagem.